Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: A Origem do Dragão

Luiz Baez
20 de dezembro de 2017 3 Mins Read

a origem do dragao posterAtor, diretor, argumentista e produtor, Bruce Lee marcou uma geração. Com a grande visibilidade de filmes como “O Dragão Chinês” (The Big Boss, 1971), “A Fúria do Dragão” (Fist of Fury ou The Chinese Connection, 1972), “Operação Dragão” (Enter the Dragon, 1973) e “Jogo da Morte” (Game of Death, 1978), o talentoso sino-americano ajudou a introduzir no Ocidente as artes marciais. Nem mesmo a sua morte prematura em 1973, com apenas 32 anos, interrompeu seu impacto na cultura popular.

Nas décadas seguintes ao falecimento, cinebiografias e documentários relembraram a trajetória de Lee. Em “Dragão: A História de Bruce Lee” (Dragon: The Bruce Lee Story, 1993), por exemplo, o cineasta Rob Cohen reencena a vida da estrela que dá nome ao filme. Já “Bruce Lee: A Jornada de um Guerreiro” (Bruce Lee: A Warrior’s Journey, 2000), de John Little, reúne entrevistas, filmagens de bastidores e sequências de ação para construir um complexo retrato da personagem. “A Origem do Dragão” (Birth of the Dragon, 2016) poderia facilmente ser encaixado por engano nesse rol de produções biográficas. O longa-metragem, contudo, afasta-se radicalmente dos demais títulos mencionados.

Ao contrário do indicado pelo título e do anunciado pela publicidade, não se trata de um filme sobre Bruce Lee. Ainda que a cartela inicial explicite inspiração na luta real com Wong Jack Man (Xia Yu), o roteiro, escrito por Stephen J. Rivele e Christopher Wilkinson – indicados ao Oscar por “Nixon” (1995) -, relega o evento a segundo plano e gira em torno do ficcional Steve McKee (Billy Magnussen, foto abaixo) e de sua batalha para libertar a amada Xiulan (Jingjing Qu) de uma facção criminosa. Se um dos grandes méritos da carreira de Lee consistiu em mudar a imagem do homem asiático no cinema norte-americano, aqui a personagem interpretada por Philip Ng torna-se coadjuvante de sua própria história.

BirthofhteDragon2

Não bastassem os evidentes problemas em apropriar-se da cultura oriental de forma acessória, a produção dirigida por George Nolfi falha ainda em questões técnicas. O montador Joel Viertel, com quem o cineasta havia trabalhado anteriormente em “Os Agentes do Destino” (The Adjustment Bureau, 2011), compromete o competente trabalho do fotógrafo Amir Mokri (O Homem de Aço, Transformers: A Era da Extinção) ao acelerar os cortes. Viertel não respeita a duração dos planos e acaba por criar uma desconexão entre eles. A situação se agrava com a trilha musical de Reza Safinia e H. Scott Salinas, que oscila de um tom a outro para induzir os sentimentos do espectador e acentua assim a desarmonia entre as cenas.

As atuações tampouco contribuem para elevar a qualidade do longa-metragem. Enquanto Philip Ng limita-se à mímese, como se a figura histórica de Bruce Lee pudesse ser reduzida a seus maneirismos, Billy Magnussen fracassa na tentativa de criar uma personagem interessante ou convincente. Um dos poucos sucessos de Nolfi manifesta-se nas sequências de ação. O trabalho conjunto com o coreógrafo Corey Yuen, colaborador frequente de Jet Li, resulta em planos visualmente atraentes, bem executados pelo elenco e pela equipe de dublês.

Por um lado, “A Origem do Dragão” jamais consegue compreender ao longo de seus 95 minutos a filosofia por trás da luta que apresenta. Trata-se, afinal, de uma visão estrangeira, prejudicada ainda por uma montagem acelerada, atuações caricatas e diálogos mecânicos. Por outro, no entanto, ao menos alcança uma vivacidade em seus momentos finais graças à sincronia dos corpos em conflito. Talvez apenas neles consiga recompensar a atenção do espectador, antes frustrado com a desinteressante história de Steve McKee.

*O filme estreia dia 28, quinta-feira.

 

Reader Rating7 Votes
3.5
2.5

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

AçãoCinebiografiaLuta

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Luiz Baez

Carioca de 25 anos. Doutorando e Mestre em Comunicação e Bacharel em Cinema pela PUC-Rio.

Outros Artigos

CCXP00
Anterior

MAIS 16 lançamentos imperdíveis da CCXP

Undertale Capa
Próximo

Undertale, o jogo que vai te encher de determinação

Próximo
Undertale Capa
20 de dezembro de 2017

Undertale, o jogo que vai te encher de determinação

Anterior
19 de dezembro de 2017

MAIS 16 lançamentos imperdíveis da CCXP

CCXP00

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    O Diabo Veste Prada 2
    O Diabo Veste Prada 2 Atualiza um Clássico com Inteligência e Entrega Continuação Rara de se Acertar
    Gabriel Fernandes
    Imagem promocional do filme Saída 8
    Saída 8 | Uma Adaptação Que Não Chega Em Lugar Algum
    Amanda Moura
    Cena do filme "Uma Infância Alemã". Mãe caminha com dois filhos, um a cada lado, mais o carrinho de bebê que puxa. Ela está com um semblante irritadiço e os garotos cabisbaixos.
    “Uma Infância Alemã” Retrata a Guerra Sob o Olhar Infantil e Constrói Drama Sensível Sobre Sobrevivência e Ideologia
    Gabriel Fernandes
    Erupcja
    Erupcja | Filme com Charli XCX Mistura Melancolia e Recomeços
    Rodrigo Chinchio
    Foto horizontal promocional para o longa "O Grande Arco de Paris", com protagonistas no meio de avenida com Arco do Triunfo atrás. Imagem também é a mesma do pôster.
    “O Grande Arco de Paris” Transforma Arquitetura em Drama Humano — e Acerta ao Focar no Processo, Não Só no Monumento
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    O Diabo Veste Prada 2

    O Diabo Veste Prada 2 Atualiza um Clássico com Inteligência e Entrega Continuação Rara de se Acertar

    Gabriel Fernandes
    28 de abril de 2026
    Imagem promocional do filme Saída 8

    Saída 8 | Uma Adaptação Que Não Chega Em Lugar Algum

    Amanda Moura
    28 de abril de 2026
    Cena do filme "Uma Infância Alemã". Mãe caminha com dois filhos, um a cada lado, mais o carrinho de bebê que puxa. Ela está com um semblante irritadiço e os garotos cabisbaixos.

    “Uma Infância Alemã” Retrata a Guerra Sob o Olhar Infantil e Constrói Drama Sensível Sobre Sobrevivência e Ideologia

    Gabriel Fernandes
    28 de abril de 2026
    Erupcja

    Erupcja | Filme com Charli XCX Mistura Melancolia e Recomeços

    Rodrigo Chinchio
    27 de abril de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon