Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Seis Vezes Confusão

Avatar de Deivid R. Purificação
Deivid R. Purificação
4 de outubro de 2019 3 Mins Read

Seis vezes confusão posterNão satisfeita com a baixa qualidade de suas comédias recentes e a fim de relembrar alguns dos piores filmes da década de 90, a Netflix junta forças com Marlon Wayans (o artista por trás de “50 Tons de Preto”, e “As Branquelas”), para realizar a maior aberração fílmica desde o famigerado “Norbit”.

Com o fim da gestação de sua esposa se aproximando, o empresário Alan Daniels (Wayans), se vê triste por nunca ter tido uma família. Após uma dura conversa com seu sogro, ele decide partir numa viagem em busca de sua árvore genealógica perdida.

Talvez a melhor maneira de descrever “Seis Vezes Confusão” é dizer que ele é o filho feio de “Norbit” com “O Pequenino”, já que ele carrega as piores características de ambos, isto é: as representações raciais extremamente carregadas, e uma performance lamentável do protagonista.  

Ao longo dos 99 minutos de projeção, o que vemos é Marlon Wayans brincando de ser ator, ao mesmo tempo em que reforça vários estereótipos de negros na cultura pop norte americana. E, como se isso já não fosse ruim (e problemático por si só), a ineficiência da montagem deixa bem claro os momentos em que o Wayans está sozinho, já que corta sempre de um plano geral para um plano americano frontal de cada personagem isolado.

Se há algum mérito a ser destacado é a coerência da produção que consegue manter a mesma “qualidade” em absolutamente todos os elementos narrativos. Além da já citada montagem, o trabalho de cabelo e maquiagem é de dar inveja a qualquer turma de 1º ano de teatro, o enchimento para modelar os corpos dos integrantes gordos da família soam tão falsos que parecem ter sido feitos com pedaços de colchões velhos, e isso tudo complementando aos trejeitos grosseiros que o ator emprega a cada um dos irmãos, criando uma das experiências mais desagradáveis possíveis ao expectador.

Seis vezes confusão 2

Claro que tudo isso não poderia ter sido comandado por outro, que não Michael Tiddes (“Inatividade Paranormal”), que aqui, mais do que nunca, prova que não seria capaz de dirigir um carrinho-de-rolimã, quem dirá um longa metragem. Seu trabalho consiste basicamente em deixar uma câmera fixa em seus protagonistas enquanto eles reproduzem piadas como a do “gordo que prende o braço em busca de comida” ou a racista “mulher negra sendo escandalosa”.

Esse tipo de representação da mulher negra, tem que ser extinto e é perigoso para um filme (ainda mais com um alcance que a Netflix tem) reproduzir esse tipo de coisa. Para se ter uma ideia, recentemente, na sétima temporada de “Orange is The New Black“, há uma citação de uma personagem branca ao falar a uma personagem negra: “Nossa, você é tão diferente dos outros… sua voz é tão não estridente, foi criada na igreja?”. Esse tipo de coisa deixa claro a visão da branca sobre o comportamento de pessoas de pele mais escura, e não é de estranhar que ainda há gente pensando assim, quando um roteiro afirma essa característica como sendo verdade. Mas é muito difícil pensar que isso passe pela cabeça de Marlon Wayans (e muito menos pela de Tiddes), cujo o humor vai sempre para os níveis mais baixos.

Com humor pífio e reproduzindo os piores estereótipos possíveis “Seis Vezes Confusão”  é um dos fortes candidatos a pior filme do ano


Imagens e vídeo: Divulgação/Netflix

Reader Rating0 Votes
0
1

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

ComédiaNetflix

Compartilhar artigo

Avatar de Deivid R. Purificação
Me siga Escrito por

Deivid R. Purificação

Cinéfilo assíduo desde que se conhece por gente,e um amante da nona arte. É da linha de David Lynch que acredita no potencial onírico das artes.

Outros Artigos

Dia03 new dance order beowulf e1570582680441
Anterior

Rock in Rio 2019: Beowülf agitou o New Dance Order

Imagem: Divulgação/Rock in Rio 2019 (Créditos: I Hate Flash)
Próximo

Rock in Rio 2019: Scorpions fecha o dia do Metal no Palco Mundo

Próximo
Imagem: Divulgação/Rock in Rio 2019 (Créditos: I Hate Flash)
5 de outubro de 2019

Rock in Rio 2019: Scorpions fecha o dia do Metal no Palco Mundo

Anterior
4 de outubro de 2019

Rock in Rio 2019: Beowülf agitou o New Dance Order

Dia03 new dance order beowulf e1570582680441

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Bring Me The Horizon é uma das atrações do Rock in Rio 2026
    De Sheffield Para o Mundo: A História Incrível do Bring Me The Horizon Antes do Rock in Rio 2026
    Amanda Moura
    Avatar
    O Mundo de Aang Pode Ir Além? Showrunners de ‘Avatar’ Já Têm Ideias para uma 4ª Temporada
    Rodrigo Chinchio
    K-drama
    10 K-dramas para Maratonar na Disney+
    Rodrigo Chinchio
    Copa do Mundo: Pelé e Maradona
    Copa do Mundo | Os Lances Mais Inesquecíveis da História dos Mundiais
    Clarice Bezerra
    Taxi Driver
    Taxi Driver | A Obra-prima Perturbadora que Transformou Solidão em Pesadelo
    Luís Gustavo Dias

    Posts Relacionados

    Avatar

    O Mundo de Aang Pode Ir Além? Showrunners de ‘Avatar’ Já Têm Ideias para uma 4ª Temporada

    Rodrigo Chinchio
    27 de junho de 2026
    Taxi Driver

    Taxi Driver | A Obra-prima Perturbadora que Transformou Solidão em Pesadelo

    Luís Gustavo Dias
    27 de junho de 2026
    Moana Live Action

    Moana Live Action | 10 Curiosidades Sobre o Novo Filme da Disney

    Aimée Borges
    27 de junho de 2026
    Matt Damon A odisseia universal pictures 1

    A Odisseia | Diretor Christopher Nolan proíbe sessões antecipadas para influenciadores

    Roberto Rezende
    27 de junho de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx