Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
Crítica de TeatroEspetáculos

Crítica: Vendo Memórias

Avatar de Lorena Freitas
Lorena Freitas
31 de dezembro de 2016 3 Mins Read

“Vendo Memórias” é um número teatral que  traz a tona o papel da memória, mostrando como ela se constroe ao longo da vida, e qual o seu lugar  na constituição da personalidade e do indivíduo. O espetáculo leve e interativo, nos convida a passear pelos mistérios daquilo que salvamos de nossas experiências,  e como isso pode ser mudado, fantasiado, ou mesmo alterado de forma inconsciente.

André, um jovem ator, se dá conta de que nos dias de hoje tudo passou a ser comercializado, e ele, atento a tendência, decide que passará a comercializar memórias… memórias próprias ou de qualquer pessoa que as deseje ceder (ou vender) a ele. E nessa proposta se desenvolve uma peça de trocas, apropriações e histórias comoventes.

Memórias são trocadas entre ator e plateia,  não ficando claro na fala natural de André quais daquelas memórias contadas fazem parte de sua história ou foram compradas de outras  vidas. Neste espetáculo,  não existe uma separação sólida entre ator e personagem,  levando-nos a crer (na maior parte do tempo) que tudo o que é falado vem da memória afetiva do ator. Em determinados momentos, no entanto, a apropriação de fatos “comprados” ao longo do espetáculo revela que as narrativas não só são plurais em suas origens, como também se confundem entre si. Como diz André logo de cara:

“ Eu sei como essa peça começa mas não sei como ela termina”.

FB IMG 1483200796142

E, desta forma, cada espetáculo se dá de forma singular, única.

A peça direciona o espectador por meio da fala da psicóloga Dani Queiroz, que em momentos alternados explica quais os mecanismos psicológicos que envolvem a formação e a transformação das memórias ao longo da vida. Os áudios de Dani não só respaldam o monólogo de André, como mostram como esse processo possui nuances subconscientes interessantes, e faz com que possamos refletir e entender o sentido por traz de diversas lembranças afetivas, e a forma como nós as interpretamos.

A peça tem sua origem em um trabalho performático anterior, no qual André se encontrou com diversos voluntários que abraçaram a ideia de vender momentos importantes de suas vidas ao performer. E a adaptação para os palcos se tornou uma consequência natural. A direção é assinada por Renato Sampaio, que soube encaminhar a proposta com leveza e clareza, fazendo com que a ideia central não se perdesse ou se tornasse piegas. A proposta desenvolvida pela direção e ator é apresentar o espetáculo quase na forma de bate papo (variando de acordo com a receptividade do público).

Em linhas gerais, a estrutura é bem simples, contando com um cenário capaz de se adequar aos espaços onde se apresentam com relativa facilidade. A simplicidade também pode ser notada no figurino e na iluminação (essa última, especialmente, que se adapta das fartas opções do palco, às menores possibilidades de uma sala comum). No entanto, a sensação é a de que a direção soube utilizar de forma inteligente a pouca estrutura disponível (arte independente, né mores?). E, no final das contas, o peso maior se dá na troca e na proximidade com o público.

Um trabalho divertido e que pode te emocionar.

Reader Rating2 Votes
8.55
8.7

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

ArteArte independenteRio de JaneiroTeatro

Compartilhar artigo

Avatar de Lorena Freitas
Me siga Escrito por

Lorena Freitas

Geógrafa por formação, bailarina por amor e crespa por paixão, Lorena é uma estudante carioca que passa a vida em busca de soluções capazes de melhorar a qualidade de vida. Como boa taurina: é boa de garfo (e como come!) e amante das artes. Por isso se aventura em danças e circos para deixar a vida mais leve! Tem uma cabeça grande que nunca para de trabalhar e divide aqui na WOO suas loucuras e delícias.

Outros Artigos

MixTape 2016
Anterior

Músicas ótimas que ouvi em 2016!

97977770ebcc4d34550197e8e4f2314c
Próximo

O Cinema em 2016: Os melhores e piores filmes do ano

Próximo
97977770ebcc4d34550197e8e4f2314c
31 de dezembro de 2016

O Cinema em 2016: Os melhores e piores filmes do ano

Anterior
31 de dezembro de 2016

Músicas ótimas que ouvi em 2016!

MixTape 2016

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Feito Pipa Deberton Filmes 2
    Feito Pipa (2026) | Quando o Amor Dá Linha, A Liberdade Ganha Altitude!
    Junior Fernandez
    Mostra
    Hamaguchi, Deberton e Saldanha: Quem Levou os Prêmios Na 50ª Mostra de SP
    Rodrigo Chinchio
    Goleiros | Messi
    Halloween no futebol | 3 Jogadores que Foram o Pesadelo dos Goleiros
    Anne Chaves
    Harry kane Bola de Ouro
    De Stanley Matthews a Harry Kane: Conheça os Cinco Ingleses Que Conquistaram a Bola de Ouro
    Marco Leal
    O Bosque Selvagem
    “O Bosque Selvagem”: Nova Animação da LAIKA Levou 231 Semanas e 2.804 Planos Feitos à Mão
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    Amor da minha vida premiere 01

    “Amor da Minha Vida” Volta Mais Pessoal e Com Liberdade Criativa na Segunda Temporada

    Gabriel Fernandes
    5 de outubro de 2026
    Amor da Minha Vida

    Amor da Minha Vida | Quando a Cidade Também Faz Parte do Romance

    Daniel Gravelli
    17 de setembro de 2026
    Rock in Rio - IA

    Sete Dias de Show, Uma Cidade Inteira Ainda Por Descobrir | O Que Fazer no Rio Quando a Cidade do Rock Fecha as Portas

    Lalla
    15 de setembro de 2026
    Os Últimos 5 Anos

    Os Últimos 5 Anos Retorna a São Paulo Para Celebrar Um Romance Que Nunca Envelheceu

    Daniel Gravelli
    8 de setembro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx