De “Lost” à “Homem-Formiga”

Depois de divulgar seu livro infantil “Os Molambolengos” em painel no primeiro dia da Comic Con Experience 2015, Evangeline Lilly voltou ao evento ontem (05/12) para uma manhã de autógrafos e um novo encontro no auditório Cinemark, mas desta vez para falar um pouco sobre sua carreira no cinema. Com simpatia de sobra, a atriz elogiou o público que vibrava a cada resposta.

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Evangeline se declarou “totalmente geek” ao falar da personagem Tauriel, de “O Hobbit”, a quem atribuiu a oportunidade de interpreta-la como “a melhor coisa do mundo”. Em um encontro com o diretor Peter Jackson em um festival, 10 anos antes do “Uma Jornada Inesperada”, o diretor disse à ela que se a conhecesse 5 anos atras, com certeza seria escalada para fazer uma elfa.

 “Sou fã da saga, eu sonhava em ser uma elfa desde os 13 anos de idade. Fazer a Tauriel, que não está nos livros, foi uma oportunidade de participar de uma criação dentro de um universo pronto.”

Sobre a controvérsia de ser uma personagem que não fazia parte do livro, ela disse que adorou. Segundo ela, foi melhor viver esse personagem criado, do que um já existente na obra que ninguém se importasse. E aqui entre nós, todo mundo se importa com a Tauriel, né gente?!

Reconhecida por seu trabalho em “Lost”, Lilly declarou que amou o polêmico final: “O objetivo é fazer a pessoa encontrar sua própria resposta”.

Sobre o papel da Vespa em “Homem-Formiga”, ela disse que quando foi convidada para fazer um filme de super heroi ela recusou, mas quando soube que seria com Paul Rudd e dirigido por Peyton Reed, pediu para ler o roteiro. Lilly que nunca havia assistido a um filme da Marvel, depois de ler o script começou a ver “O Homem de Ferro”, seguido por “Os Vingadores” e topou fazer o longa.

Com relação a sequencia programada para 2018, ela despistou e disse: “Ainda não sei do roteiro, mas gostaria que ela tivesse um filho e que fosse atras da mãe que poderia ser a Michelle Pfeifer.”