Ela vem do Maranhão e, aos 22 anos, está no auge de sua carreira, logo no primeiro disco que leva como nome “Vai Passar Mal”. Esse disco é um mix de hits com o melhor do trap, forró e funk carioca, a mistura envolve o melhor do mundo drag.

Pabllo Vittar, cada vez mais reconhecida pela qualidade musical, teatral e de empoderamento LGBT e drag queen, é inspiração para muitos aqueles que procuram a representatividade em uma mídia que, até então, não demonstrava interesse neste quesito.

Seu álbum, lançado neste ano, já atingiu a terceira posição no iTunes e tem quase três milhões de ouvintes mensais no Spotify. A cantora já é sucesso em âmbito nacional e mostrou serviço ao comandar um bloco de carnaval em São Paulo no dia 18 de fevereiro. E não parou por aí! Na semana seguinte, Vittar já estava em Salvador dividindo o trio com Daniela Mercury. As apresentações foram muito bem recebidas pelo público e na mídia em geral.

Ao cantar “Indestrutível”, música que faz parte de seu CD, proporciona ao público LGBT mensagens de força e a permissão de identificação com histórias de luta diária contra o preconceito. Seu maior sucesso, “Sou Todo Dia”, com parceria de Rico Dalassam, empodera e anima as baladas e ruas nas noitadas.

A sociedade precisa de Pabllo Vittar e toda a visibilidade que carrega. A quebra de preconceitos e construção de gênero no meio musical, e artístico, oferece para o público uma visão de mundo verdadeiro, promovendo cada vez mais, respeito ao próximo e empoderamento LGBT e drag.

Ouça mais Pabllo Vittar e seu disco no Spotify. Sua agenda de shows e informações estão todas disponíveis em seu Facebook e Twitter.

Por Julia Reis

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3 thoughts on “A representatividade no funk pop

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