Ricardo Calil, Fellipe Awi e Monica Almeida conversaram sobre o desafios para realização da série “Vale o Escrito”, na Arena GShow, durante a CCXP23
Uma das séries mais assistidas do GloboPlay, “Vale o Escrito”, adentra na história da contravenção carioca, com entrevistas e materiais de arquivo. No Palco Gshow, durante a CCXP23, foram convidados os responsáveis pela obra, Fellipe Awi, Ricardo Calil e Monica Almeida falaram sobre foi realizar o trabalho.
Segundo Fellipe, a obra levou três anos para ser produzida e precisou de um episódio extra para contar tudo que aconteceu depois após a pandemia, como o primeiro carnaval pós lockdown.
Para os realizadores, a série é um retrato por completo que dá um entendimento mais abrangente sobre o que é a contravenção no Rio de Janeiro. Eles também falaram da comparação que o público faz com séries famosas onde há disputa de família na sucessão, entre elas “Game of Thrones” e “Succession”, além da franquia de filmes “O Poderoso Chefão”.
Sinopse de “Vale o Escrito”
O jogo do bicho no Rio de Janeiro é controlado por famílias cujos chefes são também patronos de escolas de samba. Duas dessas famílias vivem sangrentas guerras de sucessão.


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