Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): Human Flow – Não existe lar se não há para onde ir

Avatar de Luiz Baez
Luiz Baez
15 de novembro de 2017 3 Mins Read

532305.jpg r 1920 1080 f jpg q xConsiderado o compromisso social do cinema, é natural que ele represente e coloque em questão situações de urgência. Exemplo recente, a crise dos refugiados pautou diversas obras deste ano, como “Happy End”, do austríaco Michael Haneke – selecionada para a última Mostra de São Paulo, mas ainda sem data de estreia comercial no Brasil – e “Deserto”, do mexicano Jonas Cuarón – em cartaz nas salas nacionais desde o último dia 2. Apesar das inúmeras abordagens em produções dos mais diversos países, o tema ainda carece, contudo, de registros documentais. Nesse sentido, o artista e ativista chinês Ai Weiwei oferece poderosa contribuição com seu novo filme “Human Flow – Não existe lar se não há para onde ir”.

Resultado de um ano de viagens por 23 países, o documentário busca entender as causas que levam os refugiados a abandonarem seus países de origem e as dificuldades que enfrentam para fixarem uma nova residência. A fim de discutir assunto de tamanha amplitude, o longa-metragem adota então forma intertextual: dialoga com a poesia, o jornalismo e a própria história ao incluir citações, manchetes internacionais e cartelas explicativas de contextos. Ora parece um tanto televisivo, ora ganha contornos artísticos. E se algumas vezes se comporta deste modo em detrimento daquele, muito se deve à fotografia.

Dado o caráter internacional do projeto, coube a doze fotógrafos de origens diferentes a captura das imagens. Entre um plano e outro, não só a equipe muda, mas também as tecnologias. E o diretor faz questão de mostrar isso: muitas vezes ele próprio aparece com um celular ou uma câmera digital simples em mãos. Ao assumir essa diversidade imagética, o filme indica acreditar em uma realidade multiperspectivada, jamais finalmente capturada pelas lentes.

Essa posição tem ainda mais sentido se analisado o título original “Human Flow” – em português, fluxo humano. Weiwei interessa-se pelas migrações enquanto elas acontecem, acompanha seu movimento. O presente impera, e os demais tempos só se manifestam nas relações que tecem com ele. Para seguir esse fluxo, entretanto, o cineasta enquadra suas personagens como uma grande personagem coletiva. Dificuldades comuns entre elas, como a preservação da identidade, destacam-se em depoimentos de autoridades políticas e intelectuais. A individualidade aparece apenas como exemplo de miséria e sofrimento. Apesar das mais de duas horas de duração, não há tempo de tela suficiente para criar uma conexão com os indivíduos filmados. A empatia estabelece-se antes com a situação coletiva.

5528558.jpg r 1920 1080 f jpg q x

Outra questão do longa-metragem é que o realizador chinês, conforme mencionado anteriormente – e como se pode ver na imagem acima -, muitas vezes insere-se no próprio filme. Algumas dessas interferências contribuem positivamente com o discurso cinematográfico, como no exemplo a respeito da fotografia. Outras, no entanto, pouco acrescentam ao resultado final. Ao contrário, sugerem que Weiwei mais se interessa por sua condição de autor do que pelas pessoas filmadas. Mesmo que em algumas sequências interaja com elas de maneira simpática e descontraída, a sensação é de que o cineasta quer antes dizer algo a respeito de si mesmo.

Passados, enfim, os 140 minutos de projeção, “Human Flow – Não existe lar se não há para onde ir” certamente terá atingido seu objetivo inicial: levantar debate sobre a crise migratória. Afinal, trata-se de um filme político, atual e necessário, ainda que o resultado final seja comprometido pela vaidade e pela ambição excessiva de seu diretor.

* O filme estreia dia 16 de novembro, quinta-feira.

Reader Rating0 Votes
0
6

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

CinemaDocumentário

Compartilhar artigo

Avatar de Luiz Baez
Me siga Escrito por

Luiz Baez

Carioca de 25 anos. Doutorando e Mestre em Comunicação e Bacharel em Cinema pela PUC-Rio.

Outros Artigos

23517843 1631560486904000 9209316140445080723 n
Anterior

Crítica: Liga da Justiça

almaluna 50
Próximo

“Amaluna” e o universo encantado do Cirque du Soleil

Próximo
almaluna 50
15 de novembro de 2017

“Amaluna” e o universo encantado do Cirque du Soleil

Anterior
15 de novembro de 2017

Crítica: Liga da Justiça

23517843 1631560486904000 9209316140445080723 n

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Palco Mundo no Rock in Rio
    Rock in Rio 2026 | Venda do Rock in Rio Card começa hoje às 19h
    Cesar Monteiro
    Warner Netflix Paramount
    Paramount x Warner | Oferta de US$ 108 Bilhões Promete Virar o Jogo na Guerra do Streaming
    Aimée Borges
    O Agente Secreto
    “O Agente Secreto” Faz História no Globo de Ouro 2026 e Coloca Wagner Moura na Linha de Frente do Oscar
    Aimée Borges
    Charlie Brown CCXP
    Integrantes do Charlie Brown Jr. homenageiam Chorão com show na CCXP25
    Cesar Monteiro
    Painel The Boys
    CCXP25 | A despedida de The Boys: elenco enlouquece fãs no Palco Thunder
    Roberto Rezende

    Posts Relacionados

    Warner Netflix Paramount

    Paramount x Warner | Oferta de US$ 108 Bilhões Promete Virar o Jogo na Guerra do Streaming

    Aimée Borges
    8 de dezembro de 2025
    O Agente Secreto

    “O Agente Secreto” Faz História no Globo de Ouro 2026 e Coloca Wagner Moura na Linha de Frente do Oscar

    Aimée Borges
    8 de dezembro de 2025
    Charlie Brown CCXP

    Integrantes do Charlie Brown Jr. homenageiam Chorão com show na CCXP25

    Cesar Monteiro
    7 de dezembro de 2025
    Netflix Warner

    Netflix Adquire a Warner | Entenda o Impacto no Mercado de Entretenimento

    Cesar Monteiro
    6 de dezembro de 2025
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon