Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): O Mínimo Para Viver

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
28 de julho de 2017 3 Mins Read

A primeira frase antes de começar o filme é sobre as imagens que podem ser deturpantes a alguns. Mas sem demora é possível entender que tais imagens, apesar de chocantes para uns, não devemos afastar os olhos da televisão, e sim nos aproximar das histórias de tantas pessoas no mundo.

Com direção e roteiro de Marti Noxon (“Mad Men”, “Buffy”, “Eu sou número quatro”), a Netflix vem dando mais força e espaço às mulheres na televisão e no entretenimento. A protagonista é Lily Collins (“Okja”, “Os instrumentos mortais”, “Simplesmente acontece”) com Keanu Reaves (“Matrix”, “John Wick”) como coadjuvante.

“O mínimo para viver” estreiou em 14 de julho e a história narra a vida de Ellen (Lily Collins) que enfrenta há anos a anorexia e se depara numa última tentativa com um psicólogo não ortodoxo, Dr. Beckham (Keanu Reaves), para fazê-la encarar suas condição e querer viver.

A atuação de ambos, Lily Collins e Keanu Reaves, é ótima. Não lhes são exigidos exageros, mas fazem o que é preciso com muita precisão e detalhe. Como muitos filmes da Netflix se focam na temática e na vida banal de seus personagens, é preciso até certo ponto de muita habilidade para criar vivacidade em personagens tão humanos, que estejam sofrendo ou em angústia. O elenco conta com muitas atrizes e um ator sem tanta expressão no cinema ou na TV, o que só mostra que o casting é muito bom em conjunto com a direção de atores.

O filme trata da anorexia em suas várias esferas, adentrando com o público no universo de alguém com uma desordem alimentar. A Netflix já vem há um tempo dando visibilidade a pessoas com doenças, ou ainda, mostrando que tal realidade existe. No filme, é possível ver o conflito de Helen com as instituições que visita, mas também o tratamento que recebe em algumas. Sua relação com a família é bem focada para também mostrar a luta de quem se importa e como uma pessoa doente pode sugar a atenção e as forças de uma família, assim como dela própria. Vem à tona também a busca por razões (das mais absurdas) para a anorexia, quase sempre se tentando simplificar a questão para que apenas um elemento apareça e seja consertado. Mas a vida não é simplicidade.

361642.jpg r 1920 1080 f jpg q x

Por outro lado, também é discutido outros tipos de problemas, como a bulimia. A realidade se expande cada vez mais nessas desordens alimentares que poucos estamos relacionados, adicionando o funcionar da mente de quem sofre disso, com seus vícios e ilusões, ou melhor, abstinência de ilusões.

Poucos filmes adentram tão bem em assuntos tão complexos de maneira simples e sensível. O que temos é uma aula sobre uma doença e, ao mesmo tempo, sobre como sermos humanos e querermos viver. Não há um momento escatológico da história de uma pessoa, mas apenas uma constante luta e essa é a vida, um campo de batalha. Eis a mensagem do filme e do Dr. Beckham.

Os ambientes da produção são poucos. Se dividem em lugares quentes e frios, de acordo com suas luzes, mas também com os de solidão e companhia. O paralelo é claro no filme: essa luta é a de muitos.

Dr. Beckham, por fim, não é tão esquisito e duro como se apresenta, mas sincero e direto. Para ele, não há tempo a perder, pois não se trata de uma sessão, mas de salvar uma vida. Tal é sua pressa. E parece que a doença causa tanto problemas com a mente que as escolhas e soluções mais simples são as que mais rapidamente se esquecem.

Quando o corpo nu aparece, claramente é de uma pessoa com anorexia, mostrando realmente numa forma de choque a realidade da doença. É como se a personagem finalmente conseguisse se ver apenas em cima da balança, pois este é na verdade seu espelho. Sua beleza não se trata de uma imagem, mas de um número e aí que a questão de tantas pontas se inicia.

Por Paulo Abe

Reader Rating0 Votes
0
8

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Netflix

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

Em Ritmo De Fuga
Anterior

Crítica (2): Em Ritmo de Fuga

mkrtt digial
Próximo

Podcasts, VideoCasts e as tendências de BroadCast

Próximo
mkrtt digial
28 de julho de 2017

Podcasts, VideoCasts e as tendências de BroadCast

Anterior
28 de julho de 2017

Crítica (2): Em Ritmo de Fuga

Em Ritmo De Fuga

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Pânico VI
    Pânico 7 | Do Pior ao Melhor Filme, Segundo o Rotten Tomatoes
    Amanda Moura
    Protagonista Nakamura do anime "Go For It, Nakamura-kun!" visto centralizado na tela, corado, com uma biblioteca de fundo.
    Go For It, Nakamura-kun!! | Anime Ganha Trailer e Data de Estreia
    Nick de Angelo
    Pôster horizontal bicolor promocional ao campeonato de 2026 anual de Pokémon, em São Francisco, EUA. É o ano dos 30 anos de aniversário da franquia.
    Pokémon Day 2026 | Confira Todas as Novidades da Franquia
    Hugo Santiago
    Pokémon iniciais da geração 10 de Pokémon, "Winds and Waves" ou "Ventos e Ondas", os pokémon Browt, Pombon and Gecqua, respectivamente do tipo planta, fogo, e água, um pássaro, um lulu da pomerânia, um lagarto.
    Pokemon Day | Ventos e Ondas Chega em 2027
    Hugo Santiago
    Evil Dead Wrath é o próximo filme da franquia a entrar em produção!
    Evil Dead Wrath | Mais Um Filme da Franquia Inicia a Produção!
    Amanda Moura

    Posts Relacionados

    Pânico VI

    Pânico 7 | Do Pior ao Melhor Filme, Segundo o Rotten Tomatoes

    Amanda Moura
    2 de março de 2026
    Evil Dead Wrath é o próximo filme da franquia a entrar em produção!

    Evil Dead Wrath | Mais Um Filme da Franquia Inicia a Produção!

    Amanda Moura
    22 de fevereiro de 2026
    Cillian Murphy caracterizado como Thomas Shelby para o filme de fechamento da franquia "Peaky Blinders", ambientado na 2ª Guerra Mundial, "O Homem Imortal". Ele está de perfil, mãos para trás, com um muro de tijolos ao fundo.

    Peaky Blinders: O Homem Imortal | Netflix Lança Trailer do Fim da Saga

    Nick de Angelo
    20 de fevereiro de 2026
    Bill Hader estreará na direção com filme de terror

    Bill Hader Vai Dirigir Filme de Terror “They Know”

    Amanda Moura
    19 de fevereiro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon