Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): Onde está segunda?

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
17 de dezembro de 2017 4 Mins Read
Segunda pode ser um dia de muita adrenalina nesta produção original da Netflix

Onde Está SegundaParece que a Netflix quer mesmo apostar em produções com uma temática futurística – errando algumas vezes (“ARQ” e “iBoy”) mas acertando em outras como em “Black Mirror”, “Spectral” e no longa “Onde está segunda?” de Tommy Wirkola.

O filme se insere num futuro – não muito distante – em que a sociedade lida com um problema sério de superpopulação. Para conter a escassez de alimentos e consumo de água, é lançada uma lei – criada pela ativista política Nicollete Cayman (Glenn Close) – em que famílias só podem ter um filho. Os irmãos que nascerem após o primogênito devem ser submetidos a uma criogenia, onde permanecem dormindo até os problemas econômicos serem contidos. Neste contexto, nascem sete irmãs gêmeas (Noomi Rapace), que, orientadas pelo avô, assumem a identidade única de Karen Settman para não serem descobertas. Quando uma delas desaparece, Segunda, as outras seis precisam se desdobrar para sobreviverem e conseguirem resgatar a irmã.

É interessante ver como a lei de alocação infantil solidifica a motivação de cada personagem da trama e como isso faz com que o roteiro da dupla Max Botkin e Kerry Williamson fique bem fechado e redondo. Partindo de Terrence Settman (William Dafoe) – por discordar da política e acreditar ser possível irmãos conviverem juntos sem prejudicar os recursos escassos – treina suas netas para viverem escondidas do governo. Cada uma delas é nomeada com o seu respectivo dia em que é permitida sair e, fora de casa, assumem o nome da mãe que faleceu no parto. As irmãs seguem, de forma metódica, as orientações do avô – que por motivos desconhecidos sai de cena – até que o sumiço de Segunda abala suas vidas consideravelmente. A partir daí a lei instaurada por Cayman passa a ser questionada, trazendo desconfiança sobre sua real eficácia, o que, por sua vez, torna a motivação das irmãs algo além de um mero resgate – há um quê de revolução na busca por Segunda.

Noomi Rapace oferece detalhes cirúrgicos a cada uma das irmãs que interpreta. A comparação com a canadense Tatiana Maslany de “Orphan Black” é inevitável, mas a atriz sueca não deixa nada a desejar. Recentemente foi  a vez de Cate Blanchett incorporar diversos personagens numa mesma produção com “Manifesto“ – a conclusão em que se chega é que quando se trata de gigantes como Noomi, Tatiana e Cate cada persona fica bem delineada e diferenciada das outras e o espectador tem ao seu alcance uma masterclass de interpretação. Glenn Close está, como sempre, destruidora no papel da vilã Nicolette – no auge dos seus 70 anos, Close ainda faz jus ao título: umas das melhores atrizes de todos os tempos – e claro, William Dafoe, presente apenas no início, constrói magistralmente o avô protetor e rígido.

onde está segunda 6

Um destaque da trilha sonora é se assemelhar as de filmes de super-herói, ainda que se tratando de uma ficção científica e suspense – quando os perseguidores estão em cena a música se torna mais tensa, anunciando a chegada dos vilões para a heroína, que, por sua vez, está acompanhada por uma trilha de soberania, trazendo esperança e persistência enquanto segue na trajetória em busca do seu objetivo principal. Destaque para uma sequência em que um dos personagens se sacrifica, é um trecho que tinha tudo para pesar no melodrama e ficou bem objetivo. A priori parece que o filme vai ser cheio de momentos cafonas e previsíveis, mas ainda que não traga nada de inovador o resultado é  harmonioso.

Uma ficção científica sobre a vida de sete irmãs interpretadas pela mesma atriz exige uma direção de arte impecável, qualquer deslize traria descrédito e “Onde está segunda?” não se permite ao erro. Com efeitos especiais e visuais contidos e apostando num ambiente com tecnologia bem avançada, a atmosfera oferece verossimilhança e traz para bem próximo de quem assiste esse futuro distópico. Claro que, como em qualquer outro filme com muitos trechos de ação, algumas cenas duvidosas fazem o espectador questionar a probabilidade daquilo acontecer – como por exemplo as irmãs conseguirem driblar inúmeros agentes treinados com frequência, ainda que o avô as tivesse treinado bastante, dificilmente elas se tornarem superiores a um profissional – alguns trechos com mutilações e sangue demasiado estão no limite, um pouco mais do que ficou no filme seria gratuito, mas é possível deixar tudo isso passar. A improbabilidade justifica-se com a lembrança de que aquilo tudo está a serviço de uma ficção.

Contudo fica aqui a reflexão do quão distante essa distopia está da atualidade. Situações semelhantes a da trama acontecem em países do Oriente como a China, por exemplo, a medida que a tecnologia avança sobre a vida humana não é de se espantar a instituição de uma lei parecida com a alocação infantil em breve. Já parou para pensar? É mais uma daquelas obras audiovisuais perturbadoras que levam o espectador a perceber que o mundo está indo de mal a pior, apesar da conclusão deprimente vale muito a pena assistir. É, provavelmente, o melhor lançamento original dos últimos meses da Netflix.


Por Rayza Noiá

Reader Rating3 Votes
8.9
8

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Glenn CloseNetflixnoomi rapace

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

header.kyngs4 0103 copy
Anterior

Resenha: Sobre Meninos e Lobos, de Dennis Lehane

h2o
Próximo

4 séries australianas que fizeram parte da vida das crianças dos anos 2000

Próximo
h2o
17 de dezembro de 2017

4 séries australianas que fizeram parte da vida das crianças dos anos 2000

Anterior
17 de dezembro de 2017

Resenha: Sobre Meninos e Lobos, de Dennis Lehane

header.kyngs4 0103 copy

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    X-Factor de X-men 97
    X-Men ’97 | A História Completa da X-Factor nos Quadrinhos
    Hugo Santiago
    Bahia treinando para o campeonato brasileiro
    Bahia Retoma Preparação Para Enfrentar a Chapecoense
    Anne Chaves
    Fluminense Flu Fest 3
    Fluminense Inicia Montagem da Flu Fest 2026 para Celebrar os 124 Anos do Clube
    Gabriel Fernandes
    Adam Lambert no palco
    Adam Lambert retorna com tudo entre o pop eletrônico e o rock industrial
    Felipe Montteiro
    Digger
    Esqueça Ethan Hunt | Tom Cruise Surge Irreconhecível no Trailer de Digger
    Rodrigo Chinchio

    Posts Relacionados

    Digger

    Esqueça Ethan Hunt | Tom Cruise Surge Irreconhecível no Trailer de Digger

    Rodrigo Chinchio
    14 de julho de 2026
    Mostra

    Mostra de Cinema em SP celebra 50 Anos com Mudança Importante

    Rodrigo Chinchio
    14 de julho de 2026
    Festival de Cinema de Vitória Plateia Divulgação

    33º Festival de Cinema de Vitória divulga programação completa da edição de 2026

    Jéssica Meireles
    14 de julho de 2026
    Michael Mania - Ricardo Walker

    Agora é Oficial | “Michael” Ultrapassa US$ 1 Bilhão em Bilheteria e Impulsiona Legado do Rei do Pop Dentro e Fora dos Cinemas

    Jéssica Meireles
    12 de julho de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx