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Séries/TV

Crítica: Big Mouth

Avatar de Júlia Cruz
Júlia Cruz
18 de outubro de 2017 3 Mins Read

22339519 895205950648754 4286130945238545455 oUma série sobre a puberdade e todos os seus altos e baixos é a nova trama da netflix, intitulada Big Mouth. Na realidade trata-se de uma animação que, com muito bom humor, apresenta o cotidiano de alguns amigos lidando com assuntos da puberdade, que eventualmente cruzarão a vida de todos nós. É importante salientar que a série possui um extenso conteúdo sexual, além de cenas com partes íntimas apresentadas sem nenhum tipo de restrição e uma linguagem explícita. A classificação indicativa é dezesseis anos. Apesar de ser uma animação, é um programa para adultos.

A trama apresenta Andrew, Nick, Jessi, Jay, Missy e outros pré-adolescentes que estão na fase da puberdade. Eles estudam e passam por isso juntos, sendo orientados por um monstro peludo e grande (chamado Monstro dos Hormônios) que é, basicamente, a personificação da puberdade. É aquela voz no fundo da mente que causa dúvidas e impulsos, principalmente nessa fase de descobertas. Mostra também a relação das crianças com a família, algumas são liberais, outras mais conservadoras e os problemas pessoais de cada jovem. Também mostra suas mudanças de personalidade, comportamentos eventuais da idade. É uma trama que aborda um pouco de tudo de maneira muito bem humorada, sem nenhum tipo de pudor ou limite.

Big Mouth foi criada por Andrew Goldbergh, Nick Kroll, Mark Levin e Jennifer Flackett, baseada na fase pré adolescente dos dois primeiros. Andrew Goldbergh já é conhecido por seu trabalho com Family Guy e aqui apresenta outra animação criativa e cômica, que já chega no piloto com um humor nada tímido, bem explícito e cheio de “sacanagens”. Tem tudo que é possível de imaginar, pênis com bigode, absorventes íntimos no ônibus, o pornô gay do Sylvester Stallone e o fantasma do Duke Ellington – compositor de jazz dos anos oitenta -, que recebe amigos como Freddie Mercury e Whitney Houston, para falar de sexo no porão do Nick. Também vale a pena pelas hilárias canções autorais sobre homossexualidade, menstruação, amor e outros temas. A música de abertura, Changes, da banda Black Sabbath, aqui é interpretada pelo cantor Charles Bradley, e retrata as mudanças e transições pelas quais os personagens estão passando.

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Apesar de já deixar claro desde o começo que os dez episódios só falarão de sexo, algumas situações parecem mais constranger do que qualquer outra coisa. Contudo, a intenção é causar justamente isso, ao mostrar o desconforto nos jovens. Porém, essas cenas em nada parecem acrescentar na narrativa, que trabalha todos os núcleos possíveis para abordar todos os assuntos. Algumas referências ficam para trás, situações são feitas sem nenhum sentido (engravidar um travesseiro?) com piadas insistentes que só são explicadas no último episódio, além de personagens que apenas ficam ali existindo, o que tira o foco de quem assiste, pois não acrescenta em nada nas demais situações da trama.

Outros personagens, porém, merecem todo o brilho da trama. É o caso do “Monstro dos Hormônios” que se difere para os meninos e para as meninas. Maurice, o monstro de Andrew, o incentiva a fazer coisas sexuais na maior parte do tempo enquanto Connie, a monstra de Jessi, procura incentivá-la sobre seu corpo e amor próprio. O acerto de Big Mouth é justamente os personagens e suas características, a maneira como lidam com essa fase que se difere tanto entre eles (e abre espaço para todo o tipo de situação possível). A construção familiar dos personagens também influencia muito em seus comportamentos e atitude, porém eles acabam até mais por constranger os filhos do que realmente ajudá-los com seus problemas, claramente uma indireta por parte dos criadores.

Big Mouth não é para todo o tipo de público pois não tem limites, é o humor mais nu possível, não é nem um pouco conservadora – e claramente ser conservador não é uma preocupação dos criadores. Os dez episódios passam rapidamente, mas o final permite uma hipótese de uma segunda temporada. A série pode ser assistida na netflix.

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Tags:

AnimaçãoNetflixSérie

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Júlia Cruz

Acredita ser uma criação do Projeto Leda enquanto espera o Doutor com a sua Tardis. É apaixonada por cachorros, gosta de acender incensos, observar estátuas e tomar café. Descobriu que tudo é passível de crítica e desconstrói os enredos das mais de cem séries que já viu, para os leitores da Woo Magazine.

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