Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Brinquedo Assassino (2019)

Avatar de Luiz Baez
Luiz Baez
10 de agosto de 2019 3 Mins Read

Como já indicavam os trailers, o novo “Brinquedo Assassino” não mais incorpora um espírito humano. Em vez disso, a recente releitura aposta na automação tecnológica. Buddi, simpático boneco da fictícia Kaslan, funciona como uma espécie de Alexa ou Google Home. Em outras palavras, a inteligência artificial substitui o vodu no filme de Lars Klevberg (“Morte Instantânea”). Os riscos de tal abordagem são evidentes, e insucessos abundam em “Black Mirror” – para citar um conhecido exemplo. Justamente por esse motivo, surpreende o cuidado da refilmagem, sempre atenta à possibilidade de recair em um determinismo tecnológico.

2523184.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx e1565375667524
Imagem: Divulgação/Orion Pictures

Se por trás de Chucky não há mais uma pessoa, parece fácil atribuir à tecnologia o papel de vilã. Semelhante conservadorismo, no entanto, nada tem a ver com a irreverente franquia de Don Mancini. Felizmente, tampouco o tem com a atualizada versão. A começar por Aubrey Plaza: a atriz, notabilizada pela debochada indiferença da personagem April, em “Parks and Recreation”, dita o tom de um filme pouco interessado em produzir algum discurso. Cai por terra, assim, qualquer tentativa condenatória – marca registrada de “Black Mirror”.

Não se trata, na verdade, de sugerir propriamente uma ausência de discurso. Na condição de inteligência artificial, Buddi aprende com os humanos ao seu redor. O problema específico de Chucky – dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker da saga “Star Wars”) – consiste, porém, na remoção dos controles de segurança, medida retaliatória de um funcionário da Kaslan. Ora, se o brinquedo imita o comportamento infantil, podem-se supor atitudes guiadas pelo id. Contra esse puro princípio de prazer, as travas de fábrica atuariam como instância regulatória, análoga à educação familiar para o menino Andy Barclay (Gabriel Bateman, de “Quando as luzes se apagam”).

5087142.jpg r 1920 1080 f jpg q x
Imagem: Divulgação/Imagem Filmes

Nesse sentido, talvez seja coerente chamar o filme de infantil. Longe, aqui, de qualidade valorativa, o adjetivo chama a atenção para a liberdade das sequências, despreocupadas com uma rigidez discursiva. Como Chucky, que aprende com as crianças, ou Andy, que amadurece com os obstáculos, “Brinquedo Assassino” (Child’s Play, 2019) se constrói em ato. Entre a maturidade de identificar uma cultura da violência – em inteligente montagem alternando cenas de “O Massacre da Serra Elétrica 2” (The Texas Chainsaw Massacre 2, 1986) e gargalhadas – e a espirituosidade de produzir comédia a partir disso – Chucky associa o horror à diversão e mimetiza Leatherface  -, Klevberg recupera o componente humano e afasta de vez todos os perigos que carrega consigo a premissa tecnológica. A arriscada aposta compensa.

Não é, portanto, vilã a inteligência artificial. Entendida enquanto extensão do humano, a tecnologia apenas potencializa algo já existente. Logo, Buddi ou Chucky meramente canalizam os desejos de suas crianças. A ameaça reside, antes, no id largado à sua sorte, imediado pela dimensão superegoica. Caracterizado como infantil, contudo, não estaria o longa-metragem sujeito aos mesmos riscos? Posto de outra forma, o que o impediria de uma destruição próxima à deflagrada por Chucky? Decerto a direção de Lars Klevberg. Ciente das turbulentas zonas pelas quais transita o projeto, o cineasta sabe bem se esquivar: tanto da indevida seriedade quanto do puro chiste.

* O filme estreia dia 22, quinta-feira.

Vídeo: Divulgação/Imagem
Sinopse
Karen presenteia seu filho pequeno, Andy, com um boneco muito especial. Os dois precisam lutar por suas vidas, porém, quando crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.
Prós
Direção cuidadosa e competente
Roteiro inova por não demonizar a tecnologia
Contras
Está mais próximo de um filme infantil do que um terror
4
Nota
Imagens
Brinquedo Assassino
Brinquedo Assassino
Brinquedo Assassino

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

BrinquedosFilmes de TerrorGênero Terror

Compartilhar artigo

Avatar de Luiz Baez
Me siga Escrito por

Luiz Baez

Carioca de 25 anos. Doutorando e Mestre em Comunicação e Bacharel em Cinema pela PUC-Rio.

Outros Artigos

duotone 1 1
Anterior

Katy Perry lança música “Small Talk”

duotone 2
Próximo

Rock in Rio Lisboa II: a consagração entre os portugueses

Próximo
duotone 2
11 de agosto de 2019

Rock in Rio Lisboa II: a consagração entre os portugueses

Anterior
9 de agosto de 2019

Katy Perry lança música “Small Talk”

duotone 1 1

3 Comments

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    VisionQuest
    VisionQuest | Entenda a Conexão entre Visão e Ultron nos Quadrinhos
    Hugo Santiago
    Rafael Câmara - Haas
    Rafael Câmara Chega à F1 e Brasil Terá Dupla de Pilotos Após 11 Anos
    Bruno Baptista
    Street Fighter - 03
    “Street Fighter” Acerta nas Lutas e na Nostalgia, Mas Tropeça no Humor Exagerado e no Roteiro
    Gabriel Fernandes
    Inteligência Artificial
    Inteligência Artificial nas Mãos Erradas: Os Perigos Vão Muito Além dos Golpes
    Bruno Baptista
    Fermín Aldeguer MotoGP
    Fermín Aldeguer Passa Por Cirurgia Após Queda na MotoGP e Vira Dúvida Para o GP da Austrália
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    Street Fighter - 03

    “Street Fighter” Acerta nas Lutas e na Nostalgia, Mas Tropeça no Humor Exagerado e no Roteiro

    Gabriel Fernandes
    15 de outubro de 2026
    Street Fighter

    Street Fighter Perde o Round | Nova Adaptação Nocauteia a Si Mesma com Cenários de Isopor e Humor Sem Graça

    Rodrigo Chinchio
    15 de outubro de 2026
    Netflix demite funcionários

    Netflix Demite Mil Funcionários em Maior Corte Desde 2022 e Reorganiza Operações

    Gabriel Fernandes
    14 de outubro de 2026
    holy wood dust

    “Holy Wood Dust” Revela Um Mundo Invisível da Natureza Com Imagens Impressionantes

    Gabriel Fernandes
    14 de outubro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx