Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Mulher Maravilha

Avatar de Aimée Borges
Aimée Borges
1 de junho de 2017 3 Mins Read

18836594 1913129415597816 3769617179492701782 o​Antes de começar, vamos deixar claro que “Mulher Maravilha” não é um filme feminista ou machista, ou qualquer rótulo que queiram dar no caminho. A produção é, sim, um orgulho para nós mulheres pela sua representatividade e por, enfim, termos uma heroína com “A” maiúsculo nas telonas como protagonista de peso.

Depois de um certo tempo sem atingir o sucesso esperado, finalmente a DC Comics nos traz algo que pode ser a sua reviravolta. Com Gal Gadot, interpretando Mulher Maravilha, o filme inicia como uma breve continuidade de “Batman Vs Superman”, justificando sua aparição no mesmo. Em um momento marcado por uma foto, Diana, como é conhecida desde pequena, se remete a uma lembrança de como tudo começou. Ela, que era princesa das Amazonas, foi treinada por sua tia, Antiope (Robin Wright), para ser imbatível. Porém, sua mãe não concordava com isso, pois seu objetivo era criá-la e protegê-la em uma ilha escondida, chamada Temiscira, de um grande inimigo, o Deus da Guerra, Ares. Só que, Diana foi crescendo e aflorando, dia após dia, suas habilidades e assim, surpreendentemente, sua força abriu caminho para o mundo “real” e para a descoberta de seu verdadeiro destino.

Dirigido por Patty Jenkins, o filme traz um ar novo as produções sombrias da DC. Um pouco mais colorido e com um humor natural, a diretora investe naquilo que a Marvel já faz há um tempo, só que com um toque mais leve, conseguindo colocar a produção no meio termo entre o humor inteligente e a ação divertida. Além disso, o abuso do slow-motion nos permite ver a força daquela mulher realizada a cada golpe e, também, nos lembra das antigas HQs. Nesse caso, há quem vá curtir bastante mas, como nem tudo são flores, talvez seja um ponto que possa vir a incomodar o espectador.

Falando em ação, movimentos de câmera e lutas bem coreografadas, temos aí uma trilha sonora, de Rupert Gregson-Williams, que complementa todos os quesitos citados. As cenas mais importantes da Mulher Maravilha ganham um grande destaque quando a música “Wonder Woman’s Wrath” toca, e chega a arrepiar os pelinhos do corpo.

18921037 1913129882264436 5558443846198861805 o

Entrando no roteiro, falando de DC, sempre temos algo mais denso, com um apelo mais significativo não tão voltado só para a diversão. E “Wonder Woman” não foge à risca. Allan Heinberg, roteirista, mostra sua força nos diálogos muito bem pontuados. E realiza uma linda criação da transformação desde a inocência de Diana até se tornar a grande Mulher Maravilha, sem citar, nem uma vez, seu nome como heroína. Talvez ele possa vir a pecar no final com o uso de algumas frases um tanto clichês, mas que até fazem sentido dentro do contexto da narrativa.

O elenco, como não esperávamos, dá um banho de carisma. Impossível não se encantar com o sorriso de Gal Gadot e sua cativante interpretação por vezes “inocente” e outras nem tanto assim. Já imaginou aquele mulherão com jeitinho de criança?! A atriz israelense não poderia ter sido melhor escolhida. O papel encaixa perfeitamente no fisique e sua atuação nos convence com o crescimento da protagonista a cada instante que passa até atingir o ápice da história. Chris Pine, como Steve Trevor, mostra para o que veio e completa Gadot em todos os sentidos. Ewen Bremner, Saïd Taghmaoui e Eugene Brave Rock formam a trupe para “salvar” o mundo da guerra junto a Gal e Chris. Os três estão muito bem, mas nenhum deles ganha muito destaque na trama. Já David Thewlis, aparece em momentos específicos e possui uma transformação inimaginável, o que, particularmente, não foi de muito bom gosto, ou talvez até, não muito bem pensada para o próprio ator. Fora isso, ele tem uma ótima atuação, mas infelizmente essa mudança acaba quebrando um pouco da “magia” da história nos deixando levemente decepcionados.

Mas no final de tudo, “Mulher Maravilha” é Gal Gadot a todo momento na tela. Com efeito, sem efeito, essa mulher veio para mostrar quem é a heroína de verdade trazendo mensagens implícitas e explícitas para qualquer bom entendedor. O filme é interessante, interativo, levanta questões atuais em uma outra época e que ainda vivenciamos, divertido na medida certa com início, meio e fim bem fundamentado. Ela veio para ficar e conquistar nossos coraçõezinhos! Para quem curtir o filme, saiba que ela ainda volta esse ano no primeiro “Liga da Justiça” que chega aos cinemas em novembro.

Reader Rating6 Votes
8.5
8

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaDC ComicsMulher Maravilha

Compartilhar artigo

Avatar de Aimée Borges
Me siga Escrito por

Aimée Borges

Aimée Borges é diretora e cofundadora da Woo! Magazine, onde escreve sobre cultura pop, entretenimento e comportamento há mais de 11 anos. Bailarina, dançarina e produtora cultural, traz para o jornalismo um olhar sensível e criativo sobre a arte em todas as suas formas. Curiosa por natureza, transita com facilidade entre o cinema autoral e o mainstream, as séries de nicho e os grandes fenômenos das plataformas. Acredita que toda história bem contada tem o poder de mudar perspectivas e é com esse olhar que assina cada texto na Woo!.

Outros Artigos

house of cards season 5 teaser 00
Anterior

Programação para o final de semana: quinta temporada de House of Cards está no ar

voldemort
Próximo

Filme que conta a história de Voldemort tem produção autorizada pela Warner

Próximo
voldemort
1 de junho de 2017

Filme que conta a história de Voldemort tem produção autorizada pela Warner

Anterior
1 de junho de 2017

Programação para o final de semana: quinta temporada de House of Cards está no ar

house of cards season 5 teaser 00

5 Comments

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    XBOX CEO 2
    Xbox Mira 1 Bilhão de Jogadores por Dia, Diz Nova CEO da Divisão de Games
    Gabriel Fernandes
    As decepções da Copa do Mundo 2026
    Copa do Mundo 2026 | As 5 Grandes Decepções do Torneio
    Amanda Moura
    Remo treino 03
    Remo Intensifica Preparação para Retorno da Temporada, e Patrick Destaca Evolução da Equipe
    Gabriel Fernandes
    Riquelmy Fluminense
    Fluminense Empata com o Vasco no Brasileirão Sub-17 e Segue na Vice-Liderança
    Gabriel Fernandes
    Flamengo Leonardo Jardim 4
    Flamengo Deve Ter Mudanças Contra o Lausanne-Sport, e Leonardo Jardim Pede Reforços
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    Sintonia Nando Entre Dois Mundos Netflix 1

    Nando Entre Dois Mundos | Sintonia Ganha Filme na Netflix e Nando Retorna em Nova Jornada Marcada pelas Consequências do Passado

    Jéssica Meireles
    7 de julho de 2026
    James gunn 3

    A “Vigarice” Deu Errado: Por Que a Fórmula de James Gunn Afundou Supergirl e Ativou o Alerta da DC?

    Luís Gustavo Dias
    7 de julho de 2026
    Robbie

    Reforços de Peso Se Juntam à Prequela de Onze Homens e um Segredo, que Já Conta com Margot Robbie e Wagner Moura

    Rodrigo Chinchio
    6 de julho de 2026
    Camp rock 3 série Disney 1

    Camp Rock 3 Revela Novos Pôsteres dos Jonas Brothers e Apresenta Elenco da Nova Geração

    Gabriel Fernandes
    6 de julho de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx