Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: O Bar Luva Dourada

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
19 de julho de 2019 3 Mins Read

O BAR LUVA DOURADA

No cinema e na TV norte americana, filmes e séries sobre seriais killers são feitos aos montes, há muito tempo. As histórias, geralmente baseadas em fatos, mostram assassinos como frutos de um passado familiar abusivo ou violento. Há também aquelas produções que romantizam as figuras dos psicopatas, focando no charme do personagem ou nas suas habilidades intelectuais e físicas. Eles também podem ser anti-heróis, que só matam outros assassinos, ou bandidos em geral. Basta lembrar-se da série “Dexter”. Talvez por motivos comerciais, as figuras mais repugnantes que viveram no mundo real quase não possuem espaço para adaptações no cinema hollywoodiano. Ou, quando algum produtor se interessa por suas histórias, eles as amenizam para, evidentemente, não chocar o público em demasia.

Bom, chocar parece ser a intenção do cineasta alemão Fatih Akin no seu mais recente filme “O Bar Luva Dourada”. A história é sobre Fritz Honka (Jonas Dassler), um serial killer que viveu nos anos 70 na Alemanha. O tal bar do título era constantemente frequentado por Honka e era lá que ele conseguia suas vitimas. Luva Dourada era um antro de bêbados, vagabundos e prostitutas. Prostitutas essas que, atraídas pela bebida e dinheiro, acompanhavam o assassino até seu apartamento, onde eram mortas, tinham seus corpos esquartejados e depois guardados em um buraco feito na parede do local. O passado de Honka não é abordado e ele está longe de ser charmoso e ter habilidades intelectuais e físicas. Ele é apenas um bêbado que, por ser extremamente feio, não consegue se relacionar ou mesmo fazer sexo.

Os crimes são cometidos quando Honka está sob o efeito da bebida e as mulheres que mata não são seduzidas por ele, são apenas aquelas que topam sair com um ser tão grotesco. O interessante é que ele persegue a beleza, já que se apaixona pela linda estudante Petra Schulz (Greta Sophie Schmidt) que encontra aleatoriamente na rua. A beleza dela fica em sua memória e, como não consegue tê-la, mata como em uma espécie de vingança as mulheres tão grotescas quanto ele. Em sua cabeça há uma batalha entre a realidade nojenta e os delírios de uma vida maravilhosa que nunca se tornará real.

O Bar Luva Dourada
O design de produção e a ótima maquiagem que transfigura o galã Jonas Dassler proporcionam nojo aos espectadores. O apartamento de Honka é entulhado de pratos sujos, restos de comida, bitucas de cigarro e garrafas de bebida vazias. As paredes são imundas e o banheiro é repleto de fezes no chão. Para piorar, o cheiro de carne em putrefação vindo da parede é percebido por todos que entram pela porta. Evidentemente que não é possível sentir o cheiro, mas a imagem de Honka vomitando assim que abre o buraco faz com que a ânsia se manifeste no espectador. O bar não está em melhores condições, assim como seus frequentadores. Todos parecem sujos, com a pele brilhando de gordura e com feridas aparentes. Honka anda curvado e manca, seus dentes são podres e um dos seus olhos sofre de estrabismo.

A intenção de mostrar o ser humano em sua mais degradante forma funciona e trabalha a favor do filme. As gráficas cenas de violência chocam porque Akin não desvia sua câmera, mas o que causa mais asco são as figuras decrépitas que são capturadas em close durante as quase duas horas de duração do longa. Não é para todos os gostos por causa da sua proposta estética de degradação. Realmente, é difícil aguentar tanto horror em tela e muitos irão abandonar a sessões por não conseguirem enfrentar um pouco da realidade.


Imagens e vídeo: Divulgação/Imovision

Reader Rating4 Votes
4.9
7

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaDramaSuspense

Compartilhar artigo

Avatar de Rodrigo Chinchio
Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

Outros Artigos

vidas duplas poster
Anterior

Crítica: Vidas Duplas

Violet Evergarden 07
Próximo

Animes na Netflix: 7 séries imperdíveis

Próximo
Violet Evergarden 07
19 de julho de 2019

Animes na Netflix: 7 séries imperdíveis

Anterior
19 de julho de 2019

Crítica: Vidas Duplas

vidas duplas poster

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Jordan Firstman - Club Kid
    Jordan Firstman Desembarca no Festival do Rio Para Apresentar Club Kid
    Daniel Gravelli
    O Exorcista Mártires
    O Exorcista: Mártires Coloca Scarlett Johansson Entre Serial Killers e Possessão
    Daniel Gravelli
    Homem-Aranha Seu Amigãozão da Vizinhança 2026 NYCC Marvel
    Marvel na NYCC 2026 | Veja Todas as Novidades das Séries
    Hugo Santiago
    MC Chefin atuando pelo Rio de Janeiro
    MC Chefin Entra em Campo na Quarta Divisão do Carioca e Realiza Sonho de Infância
    Bruno Baptista
    Taça Libertadores
    Libertadores | 66 Anos de História e Uma Semifinal Dominada Pelo Brasil
    Marco Leal

    Posts Relacionados

    Jordan Firstman - Club Kid

    Jordan Firstman Desembarca no Festival do Rio Para Apresentar Club Kid

    Daniel Gravelli
    9 de outubro de 2026
    O Exorcista Mártires

    O Exorcista: Mártires Coloca Scarlett Johansson Entre Serial Killers e Possessão

    Daniel Gravelli
    9 de outubro de 2026
    Flavia alessandra e Julia Festival do rio

    Festival do Rio 2026 | Artistas Celebram Cinema Nacional, Diversidade e Novos Projetos

    Gabriel Fernandes
    8 de outubro de 2026
    Capa do livro Vingança de Sérgio Fragoso

    Vingança | Quando a Lógica da Obsessão Vale Mais Que a Velocidade

    Ana Laura Moura
    8 de outubro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx