Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Primeiro mataram meu pai

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
20 de outubro de 2017 3 Mins Read
Perspectiva cândida narra transição do puro ao infame durante governo genocida de Pol Pot no Camboja.

Primeiro mataram meu pai 1Angelina Jolie, desde 2005, também cidadã Cambojana, retoma a coação armada como alicerce de maturação de seus protagonistas. Em parceria com a escritora Loung Ung cujo livro homônimo “Primeiro mataram meu pai” relata sua experiência durante a infância com o regime tirânico do Khmer Vermelho, traz a luz das câmeras o despotismo comunista sobre a égide da liberdade.

A apresentação dos meandros políticos no preâmbulo do filme, encharcado de recortes históricos, já não é de hoje, uma alternativa bem articulada que evita (mas não nega) que a sucessão temporal da história mergulhe apenas em uma exposição morosa de acontecimentos.

Quando restringido somente a um carácter documentalista de “causa-efeito”, provavelmente, a observação do fato histórico passa a habitar um campo simplista da investigação. Os resultados, constroem um panorama especulativo da experiência pretérita, Quer queiramos, quer não, a imparcialidade, sempre com um certo ar de virtuosa, pode acabar restringindo um discurso que nos aproxime do objeto contemplado.

O fenômeno cinematográfico aqui ocorre quando as prerrogativas de construir uma obra que trata do contexto social e político de uma determinada época, estranha, hoje, a maioria do ocidente, assume a estética característica do próprio cinema ocidental.

O elenco e a maior parte da equipe de produção, formada por Cambojanos, concede a audiência a sedutora experiência de imersão no acontecimento com a ferramenta lúdica hollywoodiana, onde sons, cores e ângulos panorâmicos, sensibilizam mais pela estética que pelo suporte agravante a atuação. Talvez aqui, uma pequena ponta do filme que acaba nos deixando a impressão de enfadonho demais.

Os planos que focam exclusivamente Loung em cada corte, contam a guerra na face ainda por descobrir os porquês que justificam o abrupto modo como a vida passa do sonho a frustração.

Primeiro mataram meu pai 6

A maneira como Jolie configura esta passagem, explicitamente, tende a nos compadecer com a perda gradativa da pureza de Loung. Os momentos em que a personagem lança longos olhares interrogativos, examinando os novos objetos, pessoas e situações que a acompanharão na nova dinâmica de sua vida.

Interessante observar como Loung (a escritora) insere Loung (a personagem) como uma peça central no ethos da violência que a cerca. O mundo para a pequena de 7 anos, após o exílio de seu lar, ganha contornos que comungam inocência e dor. As cenas latentes de sofrimento: como a fome, o morticínio e a doença não configuram desespero, mas um dissabor suspeito: Em seus 150 minutos de transição, Loung sofre sem desespero.

Trabalhar com semelhanças na memória é verdadeiramente, uma dádiva de poucos diretores. E é aqui que Angelina Jolie acerta em cheio. Para não cair em apenas correlações de passado e presente (o que já seria pesaroso demais se a narrativa fosse a partir de “causa-efeito”), a criança descobre a guerra por trás do conflito político e insurge como soldado sem perder o desejo de docilidade da infância. Um insight digno de louvor que opera em ritmo diferente de filmes que propõem a mesma cosmovisão. Filmes como “A Vida é Bela” (1997), “Beasts of No Nation” (2015),” Terra de Minas” (2015) e “Johnny Mad Dog” (2008) fazem da pureza infantil a arma letal contra a afrontosa violência do espírito humano.

A afirmação da treinadora no campo de formação dos combatentes contra os Vietnamitas não é só assertiva na circunstância em que é aplicada como também nos revela a mensagem crucial que Jolie e Loung passam ao expectador: “Vocês são crianças, por isso, sem mácula.”

Exatamente. No cinema biográfico. Distante das configurações manjadas de se fazer história pela narrativa estrita do fato, divagar pelas origens e consequências do indivíduo inserido no contexto que o cerca, ainda é a maneira mais sofisticada de contar a história do fato a partir da história do agente que participa dele. O cinema agradece.


Por Bento Lessa

Reader Rating5 Votes
8.9
7.5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaNetflix

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

22491870 1606240419436007 7709413653210954799 n
Anterior

Crítica: Thor – Ragnarok

3F15dh3fFdNYjXQDdcDn5BIye07 e1512626600575
Próximo

Resenha: O Código Bro, de Barney Stinson e Matt Kuhn

Próximo
3F15dh3fFdNYjXQDdcDn5BIye07 e1512626600575
20 de outubro de 2017

Resenha: O Código Bro, de Barney Stinson e Matt Kuhn

Anterior
19 de outubro de 2017

Crítica: Thor – Ragnarok

22491870 1606240419436007 7709413653210954799 n

2 Comments

  1. Avatar de Gonzaga Gonzaga disse:
    31 de dezembro de 2017 às 15:49

    Acabei de ver. Difícil segurar as lágrimas.

    Responder
  2. Avatar de Rosana Botafogo Rosana Botafogo disse:
    17 de abril de 2020 às 10:37

    Belo texto, trágico documentário…

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts Recentes

Steve Angello Estará Rock in Rio 2026
Rock in Rio 2026 | Steve Angello Abre o New Dance Order e Traz Para o Rio o Peso de Uma das Maiores Carreiras do Eletrônico
Gabriel Bizarro
Copa do Mundo Polêmicas
Copa do Mundo | As Polêmicas Históricas que Marcaram os Mundiais da FIFA
Clarice Bezerra
Paulinho comemorando gol pelo Fluminense em Imagem Gerada Por IA
Fluminense Goleia Resende por 8 a 0 e Encaminha Vaga no OPG Sub-20
Gabriel Fernandes
Ne-yo
Rock in Rio 2026 | Dono de Hits que Marcaram Gerações, Ne-Yo Está de Volta
Gabriel Bizarro
Mick Jagger Keith Richards Rolling Stones PB 1
O Batismo de Fogo dos Rolling Stones na América: Quando o Caos de San Bernardino Engoliu o Deboche da TV
Cesar Monteiro

Posts Relacionados

Séries sobre futebol - Brasil 70 A saga do tri

Copa Chegou | 7 Séries e Documentários Sobre Futebol Para Maratonar no Streaming

Aimée Borges
12 de junho de 2026
Filme Mandy para o Dia dos Namorados

Dia dos Namorados | 6 Filmes de Terror que Todo Casal Precisa Assistir

Amanda Moura
12 de junho de 2026
Filme Um amor para recordar

8 Filmes Românticos dos Anos 2000 Para Assistir no Dia dos Namorados

Jéssica Meireles
12 de junho de 2026
Sydney Sweeney

Sydney Sweeney de Volta ao Perigo: Ator de “Love Story” se Junta à Estrela no Suspense “O Segredo da Empregada”

Rodrigo Chinchio
11 de junho de 2026
  • Sobre
  • Contato
  • Collabs
  • Políticas
Woo! Magazine
Instagram Tiktok X-twitter Facebook
Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx