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CríticaFilmes

Crítica: Shazam!

Deivid R. Purificação
27 de março de 2019 3 Mins Read
shazam poster oficial

A cruzada da DC Comics em construir um universo próprio nos últimos anos é quase uma lição – para os estúdios – de como lidar com a visão de artista sobre suas franquias. Apesar de “Batman vs Superman” ter servido de estopim narrativo e estético, a bilheteria do filme logo mostrou que a mão pesada de Zack Snyder talvez não fosse a melhor das opções para uma franquia. E depois das desastrosas alterações que estúdio impôs a “Esquadrão Suicida” e a recepção morna de “Liga da Justiça”, o mesmo decidiu dar mais liberdade a seus diretores inspirados pelos sucessos com filmes individuais de seus personagens, permitindo assim que “Shazam!” surgisse com um tom diferente de tudo já feito pelo estúdio.

Billy Batson é um garoto de 14 anos de idade que, após ser abduzido em um metrô, recebe de um antigo mago o poder para se transformar em seu novo campeão Shazam (Zachary Levi). Agora, Billy se diverte testando seus poderes e habilidades. Porém o perigo eminente do Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong), pode colocar em risco a sua cidade e os seus poderes.

Se “Batman vs Superman”  podia ser facilmente descrito como um pseudo thriller político e “Aquaman” como um épico, a descrição de “Shazam!” se encaixa perfeitamente como um “cheesy movie” (filme de sessão da tarde, num português mais claro) contemporâneo. E essa abordagem cai como uma luva para a temática como um todo, há um otimismo que é quase intrínseco a figura do super herói, e que funciona muito melhor quando a semiótica do filme parte de uma criança como protagonista.

Pensando nisso, a direção de David F. Sandberg (“Quando as Luzes se Apagam”) investe em momentos de maior melodrama e deixando a ação para um segundo plano. E se por um lado isso eleva seus personagens e as relações entre si, por outro deixa o filme carente de grandes momentos de ação (vide a batalha final que tem uma cinematografia bem pouco inventiva).

DC

Mas o curioso é que mesmo esse problema é contornado pelo roteiro, que ao demonstrar uma tremenda autoconsciência das estruturas do subgênero, permite que ação rapidamente se configure em comédia (como na cena envolvendo o típico discurso vilanesco). Muito disso se deve a naturalidade com que esse tipo de discussão surge entre crianças, deixando assim o microcosmo que envolve super heróis soar bem mais natural (assim como suas referências a cultura pop).

E se o texto já esbanja leveza e sagacidade o mesmo deve ser dito do elenco, que encarna aqui seus personagens com doses cavalares de carisma. Zachary Levi parece realmente uma criança em um corpo de adulto, desde seu trejeito ao tentar comprar cerveja, a sua empolgação a cada nova descoberta. Sua relação com Jack Dylan Grazer (“It: A Coisa”)  é de longe a melhor coisa do filme. Grazer, por sua vez, consegue transitar da comédia para o melodrama, sem nunca soar destoante do tom predominante. Tom esse que é bem destoante de um ou outro momento em que o diretor opta por prolongar muito cenas de maior conotação de violência (uma abordagem de Sandberg parece ter trazido do seu trabalho com o horror), causando um abalo no restante da narrativa.

Apesar de um ou outro deslize, “Shazam!” ainda é o filme melhor estruturado no Universo Cinematográfico da DC, bem como um dos melhores uso do super herói como ideal simbólico graças a sua semiótica juvenil.


Fotos e Vídeo: Divulgação/Warner Bros. Pictures

Sinopse
Billy Batson (Asher Angel) tem apenas 14 anos de idade, mas recebeu de um antigo mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam (Zachary Levi). Ao gritar a palavra SHAZAM!, o adolescente se transforma nessa sua poderosa versão adulta para se divertir e testar suas habilidades. Contudo, ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o malvado Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).
Prós
Contras
4.5
Nota
Imagens
DC

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Tags:

AventuraDavid F. SandbergDC ComicsShazamZachary Levi

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Deivid R. Purificação

Cinéfilo assíduo desde que se conhece por gente,e um amante da nona arte. É da linha de David Lynch que acredita no potencial onírico das artes.

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