Confira os destaques da programação de Cannes 2026, com Pedro Almodóvar, Hirokazu Kore-eda, James Gray e coproduções brasileiras em competição.
O Festival de Cinema de Cannes começou hoje, e o juri presidido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook entregará no dia 23 de maio os prêmios aos vencedores. Além de Chan-wook, a lista de jurados é formada por Demi Moore (atriz e produtora – EUA); Ruth Negga (atriz – Etiópia/Irlanda); Laura Wandel (diretora e roteirista – Bélgica); Chloé Zhao (diretora e roteirista – China); Diego Céspedes (diretor e roteirista – Chile); Isaach De Bankolé (ator – Costa do Marfim/EUA); Paul Laverty (roteirista – Reino Unido); Stellan Skarsgård (ator – Suécia).
Por isso, vale a pena ficar de olho nos filmes que eles verão e que provavelmente estarão presentes em vários outros festivais e premiações no decorrer do ano, como o Oscar, por exemplo.
Veja abaixo alguns dos destaques:
- Amarga Navidad (Pedro Almodóvar): Um drama familiar ambientado durante as festas de fim de ano, explorando segredos guardados há décadas e tensões entre gerações.
- Sheep in the Box (Hirokazu Kore-eda): A trama acompanha Otone e Kensuke, um casal devastado pela perda do filho, que decide acolher um robô humanoide de última geração, idêntico ao menino, para tentar superar o luto.
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- Histoires Parallèles (Asghar Farhadi): Drama sobre duas famílias que se veem conectadas por um acidente, revelando dilemas éticos e sociais em camadas. Conta com elenco de nomes famosos do cinema francês, como Catherine Deneuve, Isabelle Huppert e Vincent Cassel. Dirigidos pelo mestre iraniano, que já venceu a Palma de Ouro em Cannes.
- Her Private Hell (Nicolas Winding Refn): Thriller sobre uma jovem que mergulha em um submundo de violência e desejo, marcado pela estética neon característica do diretor. É a volta de Refn à Cannes.

- All of a Sudden (Ryusuke Hamaguchi): Um encontro inesperado entre estranhos desencadeia reflexões sobre identidade e destino, com atmosfera contemplativa e intimista.

Vale destacar ainda “Fatherland”, de Paweł Pawlikowski, que é uma cinebiografia de Thomas Mann, filmada em preto e branco e que explora a vida intelectual e os conflitos políticos do escritos. Há também o novo filme de Ira Sachs chamado “The Man I Love”, que é um musical ambientado na Nova York dos anos 80, e acompanha um pianista (Rami Malek) em busca de amor e reconhecimento; “Gentle Monster”, suspense psicológico sobre uma família que enfrenta forças invisíveis em uma cidade isolada; “Hope”, história de superação em meio a uma crise humanitária, centrada em uma jovem que luta por dignidade e futuro.
Acompanhe as novidades do Festival de Cannes no site durante os próximos dias.
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