Cantor volta ao evento em carreira solo, mas sua relação com o Rock in Rio começou há 35 anos, quando ainda integrava os Inimigos do Rei
A relação de Paulinho Moska com o Rock in Rio atravessa diferentes momentos de sua carreira. Em 2026, o cantor retorna ao festival depois de 25 anos de sua última participação solo, mas essa história começou ainda antes, em 1991, quando ele subiu ao palco do evento como integrante dos Inimigos do Rei.
A nova apresentação está marcada para 4 de setembro, no Global Village. Será mais um capítulo de uma trajetória que acompanha a própria transformação artística de Moska, que saiu de uma banda marcada pelo humor e pelo pop rock para construir uma carreira solo ligada à MPB, ao rock, ao pop e à poesia.
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A primeira vez aconteceu em 1991
Moska fazia parte dos Inimigos do Rei, banda criada no fim dos anos 1980 e que ganhou projeção nacional com músicas como “Uma Barata Chamada Kafka” e “Adelaide”. O grupo misturava rock, pop, humor e performances irreverentes, alcançando grande exposição naquele período.
A banda participou do Rock in Rio II, realizado no Maracanã, em 22 de janeiro de 1991. Na mesma noite, o festival recebeu atrações como Roupa Nova, Run-D.M.C. e New Kids on the Block.
Aquela apresentação teve um significado especial para Moska. Pouco depois, ele deixou os Inimigos do Rei e começou a direcionar sua carreira para um trabalho autoral. O músico já escrevia novas canções e buscava uma sonoridade diferente da identidade construída pelo grupo.
Assim, a primeira passagem pelo Rock in Rio aconteceu justamente perto do encerramento de uma fase e do início do caminho que definiria sua carreira nas décadas seguintes.

O retorno já como artista solo
O primeiro álbum solo de Moska, “Vontade”, foi lançado em 1993. A partir dali, o artista desenvolveu uma identidade mais voltada para composições pessoais e letras reflexivas, sem abandonar completamente as referências do rock e do pop.
Ao longo dos anos, músicas como “O Último Dia”, “A Seta e o Alvo”, “Pensando em Você”, “Tudo Novo de Novo” e “A Idade do Céu” ajudaram a consolidar seu espaço na música brasileira.
Dez anos depois da apresentação com os Inimigos do Rei, Moska voltou ao festival no Rock in Rio III, em 2001. Desta vez, já apareceu oficialmente como artista solo.
Ele se apresentou em 20 de janeiro, na Tenda Brasil, espaço criado para ampliar a presença da música nacional dentro daquela edição. A programação do palco naquele dia também contou com nomes como Toni Platão, Wilson Simoninha e Max de Castro.
A edição de 2001 marcou uma mudança importante na identidade do evento. Além do tradicional Palco Mundo, o festival passou a contar com ambientes dedicados a diferentes estilos e culturas musicais, reforçando uma programação muito mais diversa.

Rock in Rio 2026 fecha um intervalo de 25 anos
Agora, Moska retorna ao Rock in Rio em uma edição que novamente mistura diferentes gerações e gêneros musicais.
O cantor estará no Global Village no dia 4 de setembro, data de abertura do festival. Enquanto ele leva sua mistura de MPB, pop e rock ao palco, a programação do dia também terá nomes como Foo Fighters, Rise Against, The Hives, Capital Inicial, Detonautas e Di Ferrero.

APROVEITE JÁ
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Luz de vídeo ULANZI VL120 RGB, Luzes de vídeo de bolso LED On-Camera
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A participação cria dois marcos importantes. São 35 anos desde a estreia de Moska no Rock in Rio, ainda com os Inimigos do Rei, e 25 anos desde sua última apresentação solo no evento.
Entre uma passagem e outra, o músico deixou uma banda de sucesso, construiu uma carreira própria e se tornou um dos compositores mais reconhecidos de sua geração. Em 2026, volta ao festival carregando justamente todas essas fases para o mesmo palco.
Imagem Destacada: Divulgação/Gerada por Inteligência Artificial


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