Achocolatado, doce e quente o novo livro de Selene Diaz está disponível pela Amazon
A história de Selene Diaz talvez soe para muitos como familiar; a paixão pela leitura começa ainda na infância, com gibis, histórias em quadrinho, e mangás, o que cria uma ancoragem pessoal em livros como lugar de conforto. Mas sair disso para dar seus passos como escritora profissional, claro, são outros quinhentos, o que dizer transmitir essa mesma sensação de aconchego? “Chocolate Quente”, sua mais recente publicação, é um cozy romance no melhor estilo de “romance de cura”, e resolvemos conhecer um pouco por trás da mente de sua artífice!
Lipe Machado [L.M] O seu livro se chama “Chocolate Quente”. De onde surgiu a ideia para esse nome?
Selene Diaz [S.D] A ideia surgiu da música de inspiração. Quando adolescente ouvia muito Alex e Alex. E dentre elas a “Chocolate Quente”. Achei propício para o que iniciou a conversa entre os protagonistas.
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[L.M] Sei que não devemos julgar o livro pela capa, mas já julgando, ele me passou muito uma energia de Dorama, você chegou a se inspirar nesses programas para o seu livro?
[S.D] Hihi, adorei saber, mas não. Não vejo muitos Doramas. Só quis algo fofo e que transmitisse bem a vibe da história.
[L.M] Queria saber um pouco mais sobre a sua história em si. Mais especificamente se os protagonistas vão sofrer em algum momento.
[S.D] Acho que sofreram mais pelo que passaram antes de se conhecer, não em conjunto. É mais sobre aprender a lidar com coisas do passado para não afetar o presente.
[L.M] Pelo que eu vi, você tem uma rotina intensa, sendo mãe, trabalhadora e ainda estuda. Como consegue conciliar tudo isso com a escrita e com a divulgação do seu livro?
[S.D] A resposta é simples. A gente endoida, sente o olho tremendo. Mas respira fundo, e da um passo de cada vez.
[L.M] Tendo uma vida tão bagunçada existem outros hobbies que você gosta para relaxar, Selene?
[S.D] Gosto de montar Legos, quebra cabeças, jogos que são sempre uma pedida. Atualmente estou em uma batalha acirrada com meu esposo no xadrez e tocar contrabaixo.
[L.M] Existe algum momento muito marcante do seu livro que você gostaria de compartilhar?
[S.D] A carta do pai de Loren, eu escrevi para mim como algo que eu gostaria que alguém tivesse me dito. E acho que por ser tão verdadeira tem tocado muitas pessoas.
[L.M] Existe alguém que te inspirou a escrever? Outro autor, um familiar. Queria saber como começou esse seu amor pela leitura.
[S.D] Meu professor de português da antiga quinta série. Ele me incentivou com poemas, crônicas, cordéis. E por fim romances e ficção. Professor Geraldo.
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[L.M] Você já tem algum livro futuro sendo planejado? Pode nos contar?
[S.D] Eu comecei a escrever meus romances em 2020… então tenho muitos livros já em andamento só aguardando decidir qual sequência lançar. Mas de certeza ainda esse ano a continuação de Chocolate Quente que os leitores tanto vem me cobrando.
[L.M] Qual foi a melhor experiência que você teve durante o processo de escrita?
[S.D] Poder me sentir livre de coisas que não conseguia dizer. E a leveza que me acompanha depois disso.
[L.M] Tem algum lugar que gostaria de chegar como autora, Bienal, Jabuti, etc?
[S.D] Bienal é um sonho já como leitora. E agora como autora ampliou ainda mais. Mas chegando na estante de muitas pessoas já um auge para mim.
Imagem Destacada: Divulgação/Selene Diaz (arquivo pessoal)


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