Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): Assassin’s Creed

Avatar de Cesar Rezende
Cesar Rezende
11 de janeiro de 2017 3 Mins Read

g6uyrtV03ye7ngjYQc82OQkAoyZDemorou quase uma década para que consagrada a franquia “Assassin’s Creed“ aparecesse adaptada para os cinemas. Eis que, finalmente, no dia 12 de janeiro, os brasileiros poderão conferir a produção dirigida por Justin Kurzel. Nos EUA, o filme havia estreado ainda em dezembro de 2016 e, assim como muita coisa vinda daquele ano, infelizmente é decepcionante.

O fraquíssimo roteiro assinado por Adam Cooper, Bill Collage e Michael Lessie, traz uma história independente das apresentadas na extensa série de games, o que não significa a ausência de uma sábia dose de fan service. A história traz Callum Lynch (Michael Fassbender), aparentemente resgatado pela dra. Sophia Rikkin (Marion Cotillard) de uma pena de morte por assassinato. Ele é levado para um prédio das Indústrias Abstergo, onde descobre ser descendente de Aguilar, membro de uma lendária ordem de assassinos. Através da memória genética de Callum, será possível rastrear as lembranças de seu ancestral que podem revelar o paradeiro da Maçã do Éden, artefato capaz de controlar a humanidade. As memórias são revividas com a ajuda da tecnologia do Animus, levando-nos à Espanha na época da Inquisição no auge da guerra entre a Ordem dos Assassinos e os Templários.

Enquanto a história é, de fato, digna de ser trama de um dos jogos faltou uma contextualização básica, especialmente ao se considerar que a própria Ubisoft (estúdio que desenvolve a franquia de games)  supervisionou o projeto: se até nos games, hoje em dia, há demanda por tramas mais bem construídas, o mesmo se aplica ao cinema. Muito mais, até.

As poucas tentativas de desenvolvimento de personagem limitam-se basicamente ao protagonista, numa confusa interpretação de Michael Fassbender, que tenta de forma caricata nos apresentar um anti-herói cativante. Infelizmente (e muito provavelmente devido à direção ou roteiro), sua performance oscila entre suas inconvincentes atitudes cool e os ataques de raiva ou loucura causados pelas abruptas viagens ao passado genético. A dra. Rikkin, vivida por Marion Cotillard, também tem um mínimo de profundidade, devido principalmente ao conflito de interesses entre ela e seu pai, Alan Rikkin (Jeremy Irons), que supervisiona sua pesquisa com objetivos maiores.assassin3Também somos apresentados a outros descendentes de assassinos que fazem companhia à Callum. No entanto, eles são jogados de qualquer jeito na trama, soltam frases enigmáticas sem sentido algum e somem por um bom tempo, aparecendo depois em lutas nas quais não nos importamos se eles sobrevivem ou não.

O filme será pontuado pelas alternações entre o passado e presente. E é no passado que o filme acerta: belas transições com visões aéreas da Espanha do século XV, as quais o 3D valoriza muito bem, com ambientação e figurinos convincentes. Nesses momentos, temos as melhores sequências de ação do filme, com lutas, perseguições e trilha sonora que juntos conseguem traduzir o melhor dos games para o cinema de maneira efetiva. É uma pena que essa combinação não apareça no presente, que ocupa a maioria do longa.

Outro grande problema vem com o Animus. O maquinário, bem diferente do que vemos nos games, virou uma espécie de braço mecânico, no qual a pessoa é suspensa e repete os movimentos executados pelo sujeito de sua memória genética. Não seria nenhum problema se isso não fosse esfregado o tempo todo na cara do espectador, com irritantes cortes entre passado e presente. Talvez funcionasse há vinte anos, mas pelo menos essa mudança caracteriza alguma coragem criativa, em vez da preguiça permeada nos demais defeitos que a adaptação apresenta.

Com um roteiro que parece ter sido sabotado pelos Templários, e um cuidado limitado apenas à estética, “Assassin’s Creed” infelizmente vai para “aquele” grupo de filmes fracos, baseados em grandes games. E isso é um tanto vergonhoso, já que a franquia é uma das que mais abre possibilidades para ótimas histórias.

 

Reader Rating0 Votes
0
5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Assassins CreedCinemaGamesUbisoft

Compartilhar artigo

Avatar de Cesar Rezende
Me siga Escrito por

Cesar Rezende

Carioca por acidente e adepto do pop e rock dos anos 90 e 2000. Sobrevive de uma dieta não moderada de Stephen King e gostos que ele jura serem divergentes. Ama escrever e fotografar, é defensor e problematizador do videogame como forma de arte, e, acima de tudo, metido a engraçado.

Outros Artigos

legion
Anterior

Quem é Legion? Tudo o que você precisa saber

assessoria de imprensa
Próximo

Como conseguir uma matéria em um veículo de comunicação

Próximo
assessoria de imprensa
12 de janeiro de 2017

Como conseguir uma matéria em um veículo de comunicação

Anterior
11 de janeiro de 2017

Quem é Legion? Tudo o que você precisa saber

legion

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Bortoleto 2
    Antonelli perde chance de vitória e Bortoleto pontua pela primeira vez em 2026 em Silverstone
    Bruno Baptista
    Fórmula 1 Dobradinha Ferrari
    Leclerc Brilha em Silverstone e Recoloca a Ferrari no Topo da Fórmula 1
    Clarice Bezerra
    Neymar chorando e Halaand feliz
    Copa do Mundo 2026 | O Brasil Perdeu a Copa em 2023? Entenda Por Que a Eliminação Começou Antes da Noruega
    Gabriel Fernandes
    Holland
    Tom Holland Explica Confusão com Cortes Constantes de Nolan Durante as Filmagens de A Odisseia
    Rodrigo Chinchio
    Kojima
    Hideo Kojima Critica a Sony Devido o Fim das Mídias Físicas e Alerta para Futuro Sem Posse Real de Jogos e Filmes
    Rodrigo Chinchio

    Posts Relacionados

    Holland

    Tom Holland Explica Confusão com Cortes Constantes de Nolan Durante as Filmagens de A Odisseia

    Rodrigo Chinchio
    5 de julho de 2026
    Kojima

    Hideo Kojima Critica a Sony Devido o Fim das Mídias Físicas e Alerta para Futuro Sem Posse Real de Jogos e Filmes

    Rodrigo Chinchio
    5 de julho de 2026
    Obsessão

    Fenômeno de Bilheteria Obsessão já Está Disponível para Assistir em Casa; Veja Onde

    Rodrigo Chinchio
    5 de julho de 2026
    Brasil 2002: Bastidores do Penta

    Brasil 2002: Os Bastidores do Penta | Imagens e Relatos Pouco Conhecidos de Uma das Conquistas Mais Importantes das Copas

    Marco Leal
    5 de julho de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx