Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): Blade Runner 2049

Avatar de Mauro Machado
Mauro Machado
30 de outubro de 2017 3 Mins Read

Blade Runner 2049 3

A indústria do cinema é, atualmente, dominada por produções que remetem à franquias do passado. Exemplos como “Star Wars”, “Jurassic World” e “Mad Max” podem ser colocados entre os que foram feitos nos últimos anos dentro dessa proposta. Sendo isso bastante arriscado, e já tendo falhado algumas vezes, “Blade Runner 2049” se mostra como perfeita indicação do que deveria ser feito, honrando com muita dignidade o clássico original de 1982.

Em primeiro lugar, é necessário dizer que o novo filme possui fortíssima coerência com o que foi estabelecido há 30 anos pelo aclamado Ridley Scott. A estética neo-noir futurista, ambiente altamente hostil e fechado, uma Los Angeles distópica onde chuva e fumaça sempre se encontram presentes, marcando as características desse universo. Nesse sentido, o filme é extremamente imersivo ao construir isso tudo de forma muito eficiente, através de uma direção de arte cuidadosamente planejada e executada, bem como sua mise-en-scène feita e uma fotografia que traz tons escuros para dentro da cidade, enquanto os alaranjados evidenciam o exterior dessa.

Tudo é pulsante dentro do longa, o que é coroado pela brilhante trilha sonora de Hans Zimmer. Os sons graves e caóticos refletem o que acontece em tela, confusão mental e a situação do mundo no contexto em que a narrativa se passa. Essa é também usada pontualmente, o que reforça suas ideias, e tem espelhos nos sons diegéticos, com semelhança com a música que nos é apresentada. Assim, temos sólida base para que a história seja contada.

Blade Runner 2049 15

Vale também comentar o brilhantismo de Denis Villeneuve, um dos maiores diretores da atualidade, que aqui se encontra presente com toda sua força. O cineasta realiza enquadramentos belíssimos, frames que poderiam ser facilmente emoldurados, e imprime no já conhecido universo de Blade Runner suas marcas. Até a forma criativa com que se desenrolam cenas de ação – ou mesmo uma de sexo – torna-se extremamente significante para o longa. O uso de câmeras subjetivas com frequência, o que entra em afinidade com o que já foi colocado por outros elementos anteriormente citados, nos joga ainda mais naquele ambiente soturno e suas situações. O diretor não possui pressa em cortar seu filme ou trazer a noção de dinamismo que as produções tanto pedem hoje em dia. E, exatamente por isso, transforma-o em um produto longo e contemplativo. No entanto, não deixa de ser coerente com sua própria história, reflexões, e com aquilo que Ridley Scott estabeleceu como primordial em sua obra-prima original. Dessa forma, tudo é muito bem desenvolvido e arquitetado, milimetricamente ao longo das quase 3 horas de projeção.

Há, contudo, algumas questões problemáticas no longa. O personagem de Jared Leto, um dos grandes vilões, não é muito bem desenvolvido, não entendemos ao certo seu propósito, parecendo um tanto quanto vago. A performance do ator também não ajuda, que pode até mesmo ser exagerada em alguns pontos. Ademais, o roteiro acaba perdendo sua força, dada natureza do filme, que é mais voltada para reflexões e discussões que estejam para além dele próprio do que para a narrativa em si. Não são elementos que pesam de forma muito significativa, mas existem.

Assim, de forma bastante autoral e singular, “Blade Runner 2049” trouxe todo o vigor e atualização que era necessário para que fosse bem sucedido em sua produção. O ideal para expandir um universo já existente, não excluindo algumas novidades. É por considerar que esse equilíbrio é tão bem feito que o filme consegue ainda ser ótimo mesmo sem o seu antecessor. Nasce aqui um jovem clássico, além do que se podia esperar.

Reader Rating3 Votes
9.5
9

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Blade RunnerDennis VilleneuveHarrison FordRyan Gosling

Compartilhar artigo

Avatar de Mauro Machado
Me siga Escrito por

Mauro Machado

Ser envolto em camadas de sarcasmo e crises existenciais. Desde 1997 tentando entender o mundo que o cerca,e falhando nisso cada vez mais.

Outros Artigos

22861431 1758460711115002 7644446964149559716 o
Anterior

Crítica: Gosto se discute

171027 stranger things full
Próximo

Review: Stranger Things (S02 Cap02 – “Gostosuras ou travessuras, aberração”)

Próximo
171027 stranger things full
30 de outubro de 2017

Review: Stranger Things (S02 Cap02 – “Gostosuras ou travessuras, aberração”)

Anterior
30 de outubro de 2017

Crítica: Gosto se discute

22861431 1758460711115002 7644446964149559716 o

One Comment

  1. Avatar de Nic Nic disse:
    31 de outubro de 2017 às 09:44

    Achei um ótimo filme, conseguiu acrescentar e até mesmo inovar sem despontar os fãs do longa original. Valeu a crítica! 🙂

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts Recentes

Jogos baseados em livros capa
Da Literatura para o Console: Jogos Baseados em Livros que Você Precisa Jogar Ou Ler
Ana Laura Moura
Melhores thrillers psicológicos capa
Os Melhores Thrillers Psicológicos dos Últimos Anos: Livros de Suspense Imperdíveis
Ana Laura Moura
Admar Lopes, diretor do Vasco da Gama
Vasco Vive Dia de Definições nos Bastidores: Admar Lopes Fala Sobre Investimentos, SAF e Novo Watchdog
Bruno Baptista
Mangá e Webtoon
Mangá e Webtoon | Quais São as Diferenças?
Mariana Centurion
Madonna Confessions II Confessions On A Dance Floor Capa
Confessions II | Madonna volta ao topo dos Charts e Mostra Longevidade da Rainha do Pop
Felipe Montteiro

Posts Relacionados

Michael Mania - Ricardo Walker

Agora é Oficial | “Michael” Ultrapassa US$ 1 Bilhão em Bilheteria e Impulsiona Legado do Rei do Pop Dentro e Fora dos Cinemas

Jéssica Meireles
12 de julho de 2026
Dwayne Johnson

Moana | Dwayne Johnson revela que clássico número musical foi totalmente refilmado para o live-action: “Deixamos o ego de lado”

Cesar Monteiro
11 de julho de 2026
Home-Aranha

Os Filmes do Homem-Aranha do Pior ao Melhor Antes de “Um Novo Dia”

Rodrigo Chinchio
11 de julho de 2026
Hope

Hope | Alienígenas Invadem a Coreia do Sul no Trailer do Novo Pesadelo de Na Hong-jin

Rodrigo Chinchio
11 de julho de 2026
  • Sobre
  • Contato
  • Collabs
  • Políticas
Woo! Magazine
Instagram Tiktok X-twitter Facebook
Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx