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CríticaFilmes

Crítica: O Chamado 3

Rodrigo Chinchio
2 de fevereiro de 2017 4 Mins Read

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A adaptação hollywoodiana do longa japonês Ringu, lançada em 2002, fez enorme sucesso no mundo todo, inclusive no Brasil, onde foi intitulado “O Chamado”. O filme trazia novas ideias, para aliviar o saturado esquema de produções de terror adolescente muito presentes naquela época. Então, o fato de uma maldição partir de uma fita de vídeo que fazia com que a pessoa que a assistisse morresse em sete dias e, também, todo o conceito visual de Samara e a maneira como ela toma vida, causou surpresa no público ocidental. O êxito do filme gerou uma continuação em 2005, que trazia a mesma história, apenas tentando expandir a mitologia (Lembro que, na época do lançamento da versão americana, havia nas locadoras de vídeo uma alta procura pela versão japonesa, que foi alçada ao status de filme cult.).

Em 2017, passados doze anos após o segundo filme, temos um upgrade em “O Chamado 3”. Saem as fitas de vídeo e entram as telas de computadores e de smartphones, porém, esse avanço só se dá na tecnologia usada pelos amaldiçoados personagens e não no roteiro do longa, que repete as situações já mostradas nos seus predecessores. Repetir ideias não é um problema; Hollywood já faz isso com grande porcentagem de sucesso há décadas, mas, a ideia repetida precisa vir com pitadas de novidade, que fazem com que o público se interesse nos novos rumos que a história que, ele conhece tão bem, vai tomar. O problema de “O Chamado 3” é que se transforma em um daqueles filmes de terror adolescente, mostrando muita correria e sangue, mas não trazendo nada que o transmute em uma produção relevante para gênero terror.

Na trama, a jovem Julia parte para ajudar seu namorado Holt que foi para a universidade e acaba tendo contato com o tal vídeo que o sentencia a morte. Porém, ela descobre que seu papel em toda o processo é muito mais complexo.

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Apostando em um elenco jovem, com algumas participações de atores já conhecidos, como Johnny Galecki (The Big Bang Theory) e Vincent D’Onofrio (Sete homens e um destino), a produção não se destaca em relação a atuações. Não que esse elenco jovem seja de todo ruim, mas porque não há outras grandes exigências além de gritar, chorar e emular expressões de dor e surpresa. Enquanto que os dois atores veteranos entregam apenas  mais do mesmo.

A direção possui bons momentos ao trazer ângulos inusitados, que causam estranheza. Um em destaque é o que enquadra Julia por meio de uma câmera de vídeo ao mesmo tempo em que ela folheia um livro, fazendo um contraponto entre a mão da personagem em primeiro plano e o seu rosto em destaque no segundo plano, que é mostrado no monitor. Com isso, a personagem é dividida entre o mundo real e aquele visto no vídeo. Esse conceito subjetivo nos entrega algo na trama que será importante em sua resolução.

A fotografia, mesmo tropeçando em obviedades, também tenta ser diferente em alguns momentos. Basta se atentar à iluminação e cores usadas em uma decadente cidadezinha que é mostrada no segundo ato. Tudo parece tirado de uma fotografia antiga, quase se apagando, morta em suas próprias entranhas. Já a edição é irritante em usar artifícios com intuito de causar sustos fáceis nos espectadores. Como as inúmeras vezes onde há uma cena de diálogo e um elemento é jogado em tela por meio da edição e do som. Pode ser um guarda-chuva que se abre ou um vidro que se quebra, fazendo o espectador sair do conforto de forma abrupta, como um parque de diversão onde jogam água em nosso rosto.

Outro ponto crítico é a pouca importância que o “monstro” de um filme de terror possui aqui, já que Samara é mal aproveitada, aparecendo de forma esporádica e, quando aparece, não provoca medo ou apreensão em quem assiste.  Provavelmente, a falta de sensação de perigo seja por causa da maquiagem e dos efeitos visuais mal executados. Há também a confusão que os roteiristas cometem em não decidirem se Samara é uma Vilã ou se é apenas uma vitima que foi amaldiçoada. Há, também, a inserção de um vilão de carne e osso em certo momento.

Em síntese, “O Chamado 3” tenta trazer de volta o terror eficiente mostrado no primeiro filme, mas se perde em meio a “manias” típicas de filmes de terror para a nova geração. Não inova em relação ao roteiro e entrega uma resolução que, evidentemente, abre possibilidades para que mais sequências sejam produzidas. Contudo, reformulações precisam ser feitas, já que a própria figura de Samara já não assusta tanto como nos idos anos 2000.

 

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Tags:

CinemaTerror

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Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Formou-se como cinéfilo garimpando pérolas nas saudosas videolocadoras. Atualmente, a videolocadora faz parte de seu quarto abarrotado de Blu-rays e Dvds. Talvez, um dia ele consiga ver sua própria cama.

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