10 de dezembro de 2019

“Alô, Paixão! Alô, Doçura! Tá começando o MixTape!”

Fevereiro está aí e, querendo ou não, carnaval está na porta! Por isso, nossa coluna da semana tá especial, tá micareteira, tá carnavalesca, tá solteira, praieira, guerreira e muito axezeira! Tudo isso porque recentemente assisti ao documentário Axé: Canto Do Povo De Um Lugar, que ganhou crítica aqui na Woo!, e achei muito bacana a ideia de se contar a história de um dos ritmos mais importantes dentro da cultura brasileira.

Falando um pouquinho sobre o Axé Music e sobre o documentário, ele traz entrevistas de inúmeros cantores e compositores, além de produtores musicais e jornalistas, para contar como o axé nasceu, cresceu e saiu do gueto para o mundo. Sim, meus amores, para o mundo! Oriundo dos blocos de candomblé, juntamente com a criação do trio elétrico, esse movimento musical que sacudiu, animou inúmeras pessoas e até hoje, a música que foi marginalizada no sudeste do país, se tornou um dos maiores movimentos da década de 90, e da música popular brasileira.

Porém, como o cinema brasileiro, mesmo dentro do próprio país, não é valorizado, quem dirá um documentário – o que eu particularmente acho um absurdo! – ele ficou pouco tempo em cartaz e em pouquíssimas salas, mas ainda é possível assisti-lo em alguns cinemas no território nacional. Animado com a proposta, fiz essa seleção especial para nosso MixTape onde, abaixo, estão algumas das várias músicas que são tocadas durante a produção.

Porém, não farei como de costume. Dessa vez não vou contar o resumo da história ou tecer comentários sobre as escolhidas por um único motivo: Eu quero que vocês assistam ao documentário Axé: Canto Do Povo De Um Lugar” para compreenderem o porquê desses sucessos serem tão importantes para o cenário musical. Então, vamos ao nosso MixTape? Aperte os players e sai do chão galeraaa!

Pois é gente, é música demais pra um MixTape só. Tem Veveta, tem Saulo, Banda Eva, É o Tchan!, Araketo e muito mais. Mas essas escolhidas tem passagens bem interessantes, seja pela música ou por quem as interpretam, dentro da trajetória do gênero. Vamos ficando por aqui, com muita alegria, deixando aquele cheiro gostoso, aquela abraço apertado e aqueles beijos molhados! Axé meu Rei e até semana que vem!

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Paulo Olivera

Paulo Olivera é mineiro, Gypsy Lifestyle e nômade intelectual. Apaixonado pelas artes, Bombril na vida profissional e viciado em prazeres carnais e intelectuais inadequados para menores e/ou sem ensino médio completo.

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